Passou o Equador, e veio uma nova alegria pelo quase agonizante triunfo em Santiago, mas logo vem um novo sofrimento para o Chile: enfrentar o Brasil, em São Paulo, para saber se fica fora do Mundial, se classifica ou se vai para a repescagem. Para isso, está claro, Juan Antonio Pizzi deve se equivocar o menos possível ao armar a equipe. A missão não é fácil: qual seria o 11 ideal para o último jogo das eliminatórias?
Começa por um ponto: Arturo Vidal, suspenso, não pode jogar. Além disso, Charles Aránguiz é dúvida, porque ainda não se recuperou de uma "estiramento na panturrilha direita". Em caso de autorização médica, o meia do Bayer Leverkusen seria o substituto do Rei Artur. Agora, convém colocar um jogador que não está 100%? As questão fica no ar.
A outra grande interrogação parece ser o esquema tático que o treinador usará diante da melhor seleção do continente: o mesmo que utilizou contra o Equador, apelando para a magia de Jorge Valdivia? Ou escalar um 4-4-2 mais fechado, com dois volantes tentando levar a batalha para o meio? Ainda não está claro. De fato, deve-se ter bastante cuidado com o estado físico do jogador do Colo Colo: poderá jogar duas partidas seguidas repletas de tensão em cinco dias?

(Foto: Getty Images)
Há nomes que, se não houver surpresas ou imprevistos, já estão confirmados: Claudio Bravo, Mauricio Isla, Gary Medel, Gonzalo Jara e Jean Beausejour (substituirá Eugenio Mena) na defesa. Francisco Silva (ganhou um lugar pelo seu bom rendimento contra o Equador) e Pedro Pablo Hernández no meio de campo. E Alexis Sánchez e Eduardo Vargas no ataque.
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