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Atlético-MG campeão mineiro de 2021Reprodução/Twitter Atletico

Presidente do Atlético-MG garante: "Se sair um jogador, temos que trazer outro"

Manter o time forte e competitivo e, ao mesmo tempo, quitar dívidas: essa é a missão da diretoria do Atlético-MG para a temporada 2021. Campeão mineiro, o Galo vai, agora, em busca de títulos nacionais (Brasileirão e Copa do Brasil) e da Copa Libertadores da América.

O presidente do clube, Sérgio Coelho, destaca que o objetivo é manter o elenco qualificado mesmo com a necessidade de vendas de atletas para cumprir o orçamento.

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“Não temos nenhuma proposta neste momento para nenhum jogador do elenco. Mas a janela (de transferências internacionais) vai se abrir e acreditamos que vão aparecer propostas. A gente está preparado para isso e o clube precisa vender. Mas, se sair alguém, a gente, provavelmente, vai trazer outro para substituir", disse, em entrevista à Rádio Itatiaia.

Embora o Atlético precise alcançar a meta de R$ 100 milhões em negociações de jogadores vendidos, o presidente Sérgio Coelho garante ao torcedor que, devido à ajuda de apoiadores - o grupo colegiado conhecido por 4Rs -, o clube não vai vender atletas caso não cheguem propostas que sejam financeiramente interessantes.

“Nosso objetivo é ganhar mais títulos. Para ganhar mais títulos, não podemos desfalcar o nosso elenco de hoje. Resolve o problema financeiro, mas deixa de lado os títulos. Aí o outro investimento que você fez vai por água abaixo. É uma equação um pouco complicada, mas nós temos que ter muita sabedoria para conduzir isso de forma que a gente resolva o problema financeiro e não perca a qualidade dentro de campo”, acrescenta.

Galo não quer reforçar adversários

O Santos fez consulta sobre a possibilidade de empréstimos de dois jogadores do elenco atleticano: zagueiro Gabriel e meia Nathan, mas, a diretoria atleticana não aceitou sequer abrir negociações:

"Para emprestarmos jogador para outro clube, é preciso ter cuidado. Não podemos reforçar nossos adversários. Se algum jogador receber proposta, temos que olhar o lado financeiro também. Não podemos pegar um elenco como o nosso, com jogadores importantes, bons, e emprestar para os nossos adversários. Se alguém tiver que sair, vamos olhar a parte comercial e financeira, que têm que ser muito boas", afirmou presidente Sérgio Coelho.

Tardelli

Diego TardelliPedro Souza/Atlético-MG

O futuro do atacante e ídolo do Atlético-MG Diego Tardelli segue indefinido. O contrato atual do camisa 9 termina no dia 31 de maio, próxima segunda-feira. No fim de fevereiro, o atacante, de 36 anos, teve o vínculo renovado para ter uma sequência maior de jogos no Campeonato Mineiro.

Ano passado, ele sofreu uma grave lesão no tornozelo em julho e só voltou a jogar na reta final do Brasileirão. Porém, Tardelli voltou a sofrer com problemas físicos e ficou fora por quase dois meses devido a contusão muscular na coxa direita. O assunto de permanência do camisa 9 será definido, em conjunto, entre o técnico Cuca, diretor de futebol Rodrigo Caetano e o presidente Sérgio Coelho.

“O Tardelli vai ser assunto que será tratado, ainda não foi, por mim, mais Rodrigo Caetano e comissão técnica. Vamos nos reunir, avaliar para tomar uma decisão. Não será uma decisão do presidente ou de uma parte só, será de todos os envolvidos no futebol, que são as pessoas que mencionei. Não há nada definido”, explicou o presidente do Galo.

Vacinas da Covid-19

Os jogadores e comissão técnica do Atlético-MG receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no último dia 20, em Assunção, no Paraguai. Os imunizantes da empresa chinesa Sinovac foram oferecidos pela Conmebol aos clubes participantes da Copa Libertadores e Copa Sul-americana.

O problema agora do time mineiro é organizar a logística para a aplicação da segunda dose da vacina que precisa acontecer em até 30 dias depois da primeira. A diretoria do Galo espera resposta da CBF que tenta liberação junto ao governo federal para a importação desses imunizantes destinados aos times de futebol. O presidente do Galo revela que o clube já trabalha com o plano B.

"Se não houver aqui a autorização para vacinar os nossos atletas, nós vamos ao Paraguai vacinar. Temos o jogo no dia 16/6, contra o Inter (em Porto Alegre), e no dia seguinte a gente vai até o Paraguai, toma a vacina e volta para BH", afirma o mandatário.

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