OPINIÃO
O Real Madrid acertou empréstimo de Martin Odegaard para o Vitesse, equipe da Holanda. O anuncio foi feito por meio de uma rede social do time espanhol, na última terça-feira (21).
Após três anos e meio de contrato com os Merengues, e sem oportunidades na equipe titular, a jovem revelação norueguesa fará a segunda transferência por empréstimo. Na primeira deixou a cidade de Madri para atuar no Heerenveen, onde disputou 43 jogos, marcou três gols e contribuiu com cinco assistências.
Por outro lado, nas três temporadas de vínculo com o Real, Odegaard soma apenas dois jogos: um pela La Liga, em 2015 e a outro com o Castilla – equipe B do Real -, em 2017.
Observando as estatísticas e números do atleta, além do tamanho dos clubes que vestiu a camisa, parece óbvio que a responsabilidade imposta pelo Real Madrid em cima do jogar não é compatível com as expectativas. Especialmente, quando se tornou o único atleta do Castilla a ganhar uma apresentação oficial após a assinatura de contrato. Tudo apontava para um futuro brilhante no futebol.
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(Foto: Getty Images)
No entanto, existem diversos influentes quando se analisa uma carreira a longo prazo que certamente podem mudar a perspectiva de muitos. Odegaard não conseguiu manter as atuações que chamaram a atenção do time principal dos Blancos. E desta forma, não ganhou um espaço no elenco.
Mas além de emprestar o atleta que está na folha de pagamento por quase quatro anos, o Real deve pensar em uma solução pode dar certo. A qual faz lembrar que a “operação Odegaard” era uma nova perspectiva no futebol inflacionado e moderno.
No mercado de transferências atual, Martin pode ser atribuído como um investimento mais do que acessível para a gigantes da Espanha. A final, sempre foi um projeto de longo prazo. Vale ressaltar que o Chelsea, na época comandado por Mourinho, se “livrou” de Salah (22 anos) e De Bruyne (23 anos) antes de pensar em um futuro potencial de ambos. Que hoje, estão entre os principais jogadores da Europa.


