Olhando os corpos desconsolado no Stade Lois na noite de terça-feira, foi difícil de processar o fato de que o Monaco, atual campeão francês, tinha acabado de ser eliminado da Champions League após a derrota por 4 a 1 para o Leipzig.
Em muitos aspectos, porém, não eram eles.
Não era o mesmo time que se tornou queria da Europa na última temporada por destronar o PSG na França, ao mesmo tempo que chegou às semifinais da champions League. Contra o Leipzig, o técnico Leonardo Jardim só tinha cinco jogadores da notável campanha 2016-17.
Djibril Sidibe e Thomas Lemar se lesionaram e, portanto, não estão disponíveis, mas os outros quatro? Saíram. Benjamin Mendy e Bernardo Silva foram para o Manchester City, Tiemoue Bakayoko está agora no Chelsea, enquanto Kylian Mbappe foi para o PSG.
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O coração do Monaco foi arrancado e poderia ter sido pior se Lemar tivesse sido vendido ao Arsenal no último dia da janela de negociações, ou Fabinho para o Manchester United ou, pior ainda, para o PSG.
Sobraram algumas questões para o Monaco responder.
"Não é só porque os jogadores saíram no fim da temporada, mesmo que isso explique muito, porque perdemos cinco jogadores", disse o zagueiro Kamil Glik aos respórteres. "Não podemos procurar desculpas e agora temos que os concentrar na liga para garantir que voltemos para a Chamions League na próxima temporada" .
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O vice-presidente, Vadim Vasilyev, geralmente é bom quando a equipe avança, mas expressou sua decepção com a eliminação.
"Estamos extremamente decepcionados", disse ele aos jornalistas. "Eles perderam a temporada eupeia. No futebol, há momentos difíceis e esse é um deles. Eu não gostei disso, as cabeças dos jogadores caíram repentinamente".
O Monaco pode não ter grandes números semana a semana em seu estádio, mas o núcleo o seu apoio é tão coprometido e exigente quanto qualquer outro time lá fora.
Muitos apontaram o dedo para Vasilyev e a política de transferência do clube por sua falta de lançamento nesta temporada. O Monaco já está seis pontos atrás do PSG e provavelmente considerará o título verdadeiramente fora do alcance se perderem em casa para o time de Unai Emery no domingo.
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Vasilyev teve que dar explicações após a eliminação do Monaco (Foto: Getty Images)
"Honestamente nunca disse que ninguém sairia, mas é verdade que disse que não haveriam grandes perdas", analisou Vasilyev. "Essas perdas foram parte do nosso sucesso e é difícil porque fazemos apostas e arriscamos quando escolhemos os substitutos. Temos que ser competitivos".
"Temos ambições, jogamos para chegar no pódio. Não podemos viver uma temporada 2016-17 todos os anos. Temos uma equipe competitiva e estamos progredindo".
O dinheiro trazido por Mendy, Silva, Bakayoko, Mbappé e Valere Germain foi recorde, mas as novas contratações não responderam a altura.
Terence Kongolo, Youri Tielemans, Stevan Jovetic, Keita Balde e Adama Dikhaby chegaram em tempo mas não alcançaram as expectativas - talvez irracional, comparadas a do último ano.
"O futebol é cíclico e precisamos respeitar os ciclos", disse Jardim em entrevista coletiva.
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Leonardo Jardim falou sobre as mudanças no elenco (Foto: Getty Images)
"Talvez, à medida que nossos jogadores se desenvolvem e à medida que nosso clube se desenvolve, estaremos preparados para a competição na próxima temporada".
O modo do Monaco trabalhar é amplamente definnido pela compra baixa e vender pelo valor mais alto possível. Ao longo das últimas temporadas, funcionou. Embora não tivesse conquistado troféus, o Monaco acumulou grandes nomes como James Rodriguez, Anthony Martial, Geoffrey Kondogbia, Layvin Kurzawa, Aymen Abdennour e Yannick Carrasco-Ferreira.
A vitória na temporada passada colocou na mente dos fãs que o monaco talvez pudesse manter seus jogadores e competir com igualdade com o estilo do PSG. Mas nunca foi assim. O PSG tem apoio ilimitado do estado do Catar; O Monaco, por outro lado, tem fluxo de dinheiro com Dmitri Rybolovlev - mas não estão no mesmo suporte.
A diferença hoje em dia é que seu diretor esportivo, que estava na posilão de 2013-16 e ajudou a lançar as bases para a conquista do título, Luis Campos, foi para o Lille. Seu substituto, Antonio Cordon, durou apenas um ano e saiu em julho.
Perder jogadores é uma consequência natural da maneiras como o Monaco trabalha. É lamentável que muito dos seus frutos estivessem prontos e escolhidos ao mesmo tempo. O Monaco, então, enfrenta uma temporada de transtorno e não de progresso.
Fora da Champions League e segundo atrás do PSG; sem passos para a frente e dois passos para trás.




