Freek Jansen não é fã do atacante do AZ, Weslley Patati. É o que o editor-chefe da Voetbal International deixa claro no podcast VI ZSM.
O AZ contratou Patati no verão passado por nada menos que 7,3 milhões de euros do Maccabi Tel Aviv. Além disso, o Santos, clube de sua infância, ainda detém quarenta por cento dos direitos de transferência.
Contra o Shakhtar Donetsk, time com forte influência brasileira (derrota por 3 a 0), Patati jogou 73 minutos na quinta-feira. Enquanto seus compatriotas no time adversário se destacaram, ele mais uma vez não conseguiu se destacar.
Jansen chega a uma conclusão dolorosa. “Isso é dinheiro jogado fora. Acho que ele é um ponta medíocre. Acho que ele é realmente um jogador medíocre até agora.”
“É claro que é preciso dar um pouco de tempo a ele, pois é sua primeira temporada, mas o que ele mostra simplesmente não é suficiente. É claro que contra o Shakhtar a equipe jogou de forma muito defensiva e talvez tenha sido mais difícil para ele, mas mesmo nos momentos em que ele tinha a bola, foi muito pouco”, diz o jornalista.
Jansen acha isso uma pena. “Tem-se a sensação de que ele é um técnico canhoto de grande sensibilidade, capaz de gerar criatividade com a bola nos pés, só que isso nunca aparece. Pelo menos não em Alkmaar.”
“Normalmente, o departamento de olheiros do AZ é bastante competente, eles costumam acertar. No caso do Patati, eles próprios devem estar pensando que agora é hora de ele mostrar o que sabe”, conclui Jansen.




