+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais
ROTTERDAM, 22-03-2026, Stadium de Kuip ,season 2025 2026 , Dutch Eredivisie Football . Match between Feyenoord and Ajax , Picture shows overview during the match Feyenoord - Ajax x202568259x Copyright:Imago

Traduzido por

Jogador do Feyenoord que "já se despediu" causa grande indignação no clube: "É um absurdo que ele ainda tenha voz ativa!"

A busca por um novo diretor-geral no Feyenoord está causando grande agitação no De Kuip, onde o nome de Robert Eenhoorn é entoado em voz alta. Nos bastidores, um fator subestimado desempenha um papel importante, como descreve Mikos Gouka, do Algemeen Dagblad, em uma análise detalhada. Segundo o observador do Feyenoord, a influência do “ex-diretor” Sjaak Troost continua bem viva.

Para muitos torcedores e envolvidos, Eenhoorn é considerado o candidato ideal para levar o clube a um nível superior. Além disso, o ex-diretor do AZ também demonstra interesse em assumir uma função em seu clube favorito, o que só reforça o clamor por sua chegada. No entanto, até o momento não houve avanços, para frustração da torcida.

A situação lembra 2019, quando Eenhoorn também já estava em pauta, mas acabou não assumindo o cargo. Na época, segundo fontes internas, faltou a química necessária na alta direção do clube e as estruturas internas não estavam preparadas para sua maneira de trabalhar.

Dentro das atuais relações de poder, Troost desempenha um papel de destaque. O ex-jogador do Feyenoord anunciou no início deste ano sua saída do Conselho de Supervisão, mas, embora Troost tenha formalmente deixado o cargo, seu direito de voto permanece enquanto não houver um sucessor. Com isso, ele ainda exerce indiretamente grande influência sobre decisões cruciais, incluindo a nomeação de um novo diretor-geral.

Seu voto está, de certa forma, nas mãos do presidente do Conselho Fiscal, Toon van Bodegom, com quem Troost trabalha em estreita colaboração há anos e mantém um excelente relacionamento.

Os Amigos do Feyenoord questionam fortemente essa estrutura. “Eles afirmam: Troost se foi, ele não participa mais das reuniões, é um absurdo deixá-lo decidir sobre o futuro do clube”, disse Gouka.

Existe o receio de que Van Bodegom, apoiado pela “voz fantasma” de Troost, queira novamente ignorar Eenhoorn. Esse cenário significaria uma repetição do passado.

Enquanto isso, o tempo passa e a pressão sobre a diretoria do clube aumenta. Internamente, chega-se até a considerar a contratação de um diretor técnico antes mesmo de se ter um novo diretor geral, embora essa não seja, na verdade, a ordem desejada. O nome de Giovanni van Bronckhorst “continua sendo cogitado” para o cargo técnico, afirma Gouka.

Publicidade