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Douglas Costa Bayern MunchenGetty Images

Douglas Costa de volta ao Bayern: brasileiro foi melhor em Munique do que na Juventus

Douglas Costa está de volta ao Bayern de Munique. Conforme antecipado por Romeo Agresti, repórter da Goal, a Juventus emprestou o brasileiro aos bávaros por uma temporada.

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Ainda não se sabe as condições do negócio e quanto os alemães teriam que desembolsar para ficar com Douglas em definitivo. Mas é fato que o atacante retorna a Munique sob mais desconfiança do que quando saiu.

O Bayern contratou Douglas Costa em junho de 2015 por 35 milhões de euros, após o jogador revelado pelo Grêmio se destacar por seis temporadas no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e chegar à seleção brasileira.

Foram dois anos em Munique, sendo que o primeiro, sob o comando do técnico Pep Guardiola, foi o de mais destaque - sete gols e 12 assistências e títulos da Bundesliga e da Copa da Alemanha como titular.

Carlo Ancelotti substituiu o espanhol na temporada seguinte, e Douglas Costa perdeu espaço. Chegou a escancarar a insatisfação com a reserva em fevereiro e de fato mudou de ares em junho, após de novo anotar sete gols, além de seis assistências.

O destino do brasileiro foi a Juventus, inicialmente por empréstimo. E o começo de Douglas na Velha Senhora impressionou: atuou em 47 jogos, anotou seis gols e distribuiu 12 assistências na primeira temporada, desempenho que fez os italianos ativarem a cláusula de compra definitiva - por 40 milhões de euros.

Mas tanto em 2018/2019 (25 jogos, um gol e duas assistências) como em 2019/2020 (três gols e sete assistências) o ex-gremista não repetiu o brilho. Atrapalhado principalmente por lesões, foi desfalque em vários compromissos da equipe e perdeu a condição de titular. "Tenho mais ressonância do que jogos", chegou a declarar. 

A Juve decidiu então colocar Douglas no mercado e chegou a procurar compradores nesta janela, mas a saída acabou sendo o empréstimo para os alemães. O desempenho e os próprios números mostram que o atacante de fato foi bem melhor em Munique (77 jogos, 14 gols e 18 assistências) do que em Turim (101 jogos, 10 gols e 21 assistências). 

As convocações para a seleção também são outro sinal da queda de prestígio do brasileiro na passagem pela Itália. Depois de fazer parte do grupo que disputou a Copa do Mundo de 2018, o jogador perdeu espaço e chegou a alfinetar o técnico Tite após ficar de fora da Copa América do ano seguinte. 

Douglas Costa terá concorrência forte para atuar no ataque do campeão europeu. Por outro lado, foi em Munique que ele conseguiu encantar Pep Guardiola. Esta segunda passagem pinta como a chance de ouro para o brasileiro mostrar que ainda pode atuar em alto nível no Velho Continente.

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