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Dévy Rigaux faz algo muito estranho com Anis Hadj Moussa no Feyenoord: "Ridículo!"

Dévy Rigaux ainda não conseguiu convencer como diretor técnico do Feyenoord, afirma Valentijn Driessen no podcast Kick-off, do De Telegraaf. A atual situação em torno de Anis Hadj Moussa também levanta questionamentos. 

O ponta pode se transferir para o Ittihad Club por um valor recorde de 37,5 milhões, mas ainda não está claro se o Feyenoord vai liberá-lo. O próprio Hadj Moussa estaria interessado na transferência, já que pode ganhar 50 milhões de euros em cinco anos na Arábia Saudita. 

“Estou muito curioso para saber como ele está agora no campo de treinamento”, começa Driessen. “Porque ontem perguntei a Dévy Rigaux: ‘O que o próprio Hadj Moussa acha disso?’. Ele disse: ‘Eu não saberia dizer, porque não falei com ele’.” 

“Ele disse: ‘Eu nem preciso falar com ele, porque oficialmente esses clubes não podem entrar em contato com ele, já que ele tem contrato em vigor’”, cita Driessen as palavras de Rigaux. No entanto, ele realmente não entende nada dessa escolha. 

“É claro que isso é ridículo! Não falar com um funcionário sobre uma proposta que foi feita e sobre quanto ele pode ganhar lá. Se isso avançar, ele vai ganhar 10 milhões de euros por ano”, disse Driessen, que claramente é da opinião de que Rigaux precisa conversar com Hadj Moussa. 

Segundo as últimas informações do jornalista da ESPN Sinclair Bischop, aliás, o próprio Hadj Moussa já teria se decidido. “O estafe de Hadj Moussa quer muito dar esse passo e menciona acordos feitos anteriormente entre ele e o Feyenoord. Na Arábia Saudita, há um lucrativo contrato de cinco anos à espera dele”, foi dito na sexta-feira. 

No Feyenoord, o internacional argelino tem contrato até meados de 2030, o que faz com que o clube de Roterdã sinta pouca urgência para vendê-lo agora. Na Arábia Saudita, o prazo de transferências só se encerra em 6 de setembro, mas na Holanda a janela já está fechada. Por isso, em caso de venda de Hadj Moussa, não será mais possível contratar um substituto, a menos que surja uma opção sem contrato.

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