O impasse entre o Al-Hilal e o Renaissance Berkane, do Marrocos, continua em meio à reclamação apresentada pelo clube sudanês sobre a elegibilidade do jogador Hamza Al-Mousawi para disputar a Liga dos Campeões da África, questão que gerou ampla polêmica nas últimas semanas nos corredores da Confederação Africana de Futebol (CAF).
O Al-Hilal enviou cinco comunicados oficiais à CAF entre 23 de março e 3 de abril, solicitando a abertura de uma investigação urgente sobre a participação de Al-Mousawi, alegando que o jogador não tem o direito de representar o Nahda Berkane na atual competição.
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Apesar das repetidas correspondências, o clube não recebeu nenhuma resposta oficial da Confederação Africana, o que o levou a emitir um comunicado em tom severo criticando o que descreveu como “silêncio administrativo inaceitável” por parte da CAF.
Em seu último comunicado, o Al-Hilal enfatizou que a ausência de esclarecimentos por parte das partes envolvidas, principalmente do próprio jogador, dificulta a realização de qualquer audiência “de boa-fé”, exigindo que a CAF emita uma decisão clara antes da data da próxima partida do Renaissance Berkane nas semifinais da Liga dos Campeões.
Em um novo desdobramento, a Confederação Africana de Futebol (CAF) anunciou que definiu a data de 9 de abril como data oficial para a realização de uma audiência para analisar a reclamação do Al-Hilal contra o Renaissance Berkane, apenas dois dias antes da partida de ida da semifinal da Liga dos Campeões da África entre o Real Army e o Renaissance Berkane.
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Em suas últimas comunicações, o Al-Hilal solicitou à CAF que emitisse uma decisão definitiva antes de 6 de abril ou que adiasse a partida marcada para 11 de abril até que fosse proferida a decisão final sobre o caso, afirmando que recorrerá ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) caso o processo não seja tratado com a rapidez e transparência necessárias.


