A "revolução" aguardada no futebol italiano continua à espera do seu verdadeiro arranque, depois de se ter complicado a missão de completar a nova equipa de direção da Federação Italiana, liderada pelo presidente Giovanni Malagò, pelo diretor técnico Paolo Maldini e pelo assessor Leonardo, num contexto de continuidade da procura pelo treinador que conduzirá a fase de renovação.
A este respeito, o jornal "L'Équipe" francês noticiou, esta quinta-feira, que Pep Guardiola representa o maior sonho da dupla Malagò e Maldini, depois de se terem encontrado com o antigo treinador do Manchester City em Barcelona, na semana passada, enquanto a Federação Italiana continua a estudar mais do que uma opção para liderar a seleção na próxima fase.
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Maldini afirmou, esta quinta-feira, à chegada à reunião da liga italiana: "Não tenho informações para vos dar sobre este assunto. Vocês identificaram um dos nossos alvos, mas também falámos com Ancelotti. É importante começar pelo melhor e depois ver se estão interessados."
O jornal acrescentou que Carlo Ancelotti recusou a proposta, por estar vinculado a um contrato com a seleção do Brasil, enquanto se espera que Guardiola defina a sua posição nos próximos dias.
Assumir o comando da seleção de Itália poderá significar uma redução significativa no salário de Guardiola, depois de auferir 23 milhões de euros por ano no Manchester City.
Mas Maldini deu a entender que "não é uma questão de dinheiro", tratando-se antes de uma opção de vida, sobretudo porque o treinador catalão confirmou, em mais do que uma ocasião, o desejo de dedicar algum tempo a si próprio e à sua família em Barcelona.
Outras opções
O "L'Équipe" indicou que, caso Guardiola recuse, Maldini tem em grande consideração Andrea Pirlo, acreditando que ele é capaz de concretizar a mudança pretendida.
Contudo, este entusiasmo relativamente a Pirlo, cujo início de carreira como treinador não foi notável, não reúne consenso dentro da Federação Italiana.
Por outro lado, Malagò é próximo de Roberto Mancini, embora alguns dirigentes não tenham digerido a forma como deixou a seleção italiana em 2023, para treinar a Arábia Saudita, ao passo que os clubes pressionam no sentido da contratação de Antonio Conte, que não é a opção preferida de Maldini.
O jornal concluiu, referindo que o cenário da escolha do novo treinador continua em aberto.





