Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Age-restricted content

You’re not old enough to view betting content. You’ll be redirected to the homepage.

+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento
يايسله - سكاوتنج روشنkooora

Traduzido por

Scouting Roshn: o navio do Al-Ahli colide com a parede de Jaissle e uma necessidade urgente!

A saída do alemão Matthias Jaissle do Al-Ahli Saudita, há poucos dias, não foi uma simples mudança técnica passageira, mas veio em um momento que abre a porta para muitos pontos de interrogação sobre o que aconteceu dentro do clube durante o período de transferências do verão.

O clube se movimentou com força para reforçar seu elenco e conseguiu, em grande medida, resolver as posições que representavam uma fonte de preocupação antes do início da temporada, mas o treinador que supostamente iria conduzir esse projeto decidiu partir no momento em que a maioria das peças desejadas se tornou disponível para ele.

O paradoxo é que o Al-Ahli não entrou no mercado de transferências de forma aleatória, mas se movimentou em uma direção clara para resolver os pontos fracos que apareceram durante a temporada passada, e Jaissle foi parte fundamental na definição das prioridades técnicas.

E com o fim da janela, a pergunta mais importante passou a ser: se a maioria das necessidades do treinador foi atendida, por que o fim chegou tão rápido?

  • Portugal v Uzbekistan: Group K - FIFA World Cup 2026Getty Images Sport

    Trincão no lugar de Mahrez: o início da reconstrução

    A saída de Riyad Mahrez foi um dos principais desafios enfrentados pelo Al-Ahli durante o verão, especialmente porque o astro argelino era um elemento fundamental no sistema ofensivo, o que fez com que o clube precisasse de um jogador capaz de compensar parte de sua influência técnica.

    A contratação do português Francisco Trincão veio para dar ao Al-Ahli uma nova opção ofensiva, com capacidade de atuar em mais de uma posição e criar perigo pelas pontas, tornando-se assim uma das peças mais importantes adicionadas ao time durante o mercado.

    Dessa forma, um dos principais problemas que poderiam preocupar Jaissle antes do início da temporada passou a ter novas soluções, o que torna sua saída ainda mais polêmica, especialmente porque o clube não o deixou sem reforços; pelo contrário, tentou disponibilizar novos elementos que o ajudassem a colocar em prática suas ideias.

  • Publicidade
  • Sebastián e Sidibé: o Al Ahly reforça o meio

    Os movimentos do Al Ahli não pararam no setor ofensivo, mas se estenderam ao meio-campo e à defesa, duas posições que a equipe precisava reforçar de forma evidente.

    No meio-campo, a contratação do armênio Edward Spertsyan veio para dar ao Al Ahli um acréscimo técnico importante, sobretudo diante da necessidade da equipe por um jogador capaz de fazer a diferença e oferecer ao sistema mais opções na construção de jogo e na transição ofensiva.

    Já na defesa, o Al Ahli contratou Abou Bakr Sidibé, na tentativa de ampliar as opções defensivas e elevar o nível de competição dentro do elenco, ao lado de Nayef Massoud, que chegou para reforçar a posição de primeiro volante.

    Leia também: Scouting Roshn: a última dança de Cristiano Ronaldo esbarra na muralha do Al Nassr!

    Analisando esses movimentos em conjunto, é possível dizer que o Al Ahli conseguiu encontrar soluções para a maioria dos problemas que enfrentava, o que torna a saída de Jaissle neste momento ainda mais estranha, pois o treinador não deixou um projeto que ainda nem havia começado, mas sim se afastou de uma equipe que já passou por um evidente processo de reestruturação.


  • A peça que falta: o lateral-direito

    E apesar de toda essa movimentação, restou uma única posição que representa a crise mais evidente dentro do Ahly: a posição de lateral-direito.

    Essa posição, especificamente, precisava de um reforço claro, sobretudo porque a disputa pelos títulos locais e continentais exige um elenco que tenha múltiplas soluções em todas as posições, e não dependa de um único jogador ou de uma única opção quando ocorrem lesões ou queda de rendimento.

    Portanto, era possível considerar a lateral-direita o dossiê técnico mais destacado que precisava ser resolvido antes do fechamento da janela de transferências, mas, ao mesmo tempo, não era uma crise que deixasse o time sem soluções nas demais linhas.

    E aqui aparece o grande paradoxo na história de Jaissle; o Ahly conseguiu resolver a maioria das necessidades que poderiam se transformar em uma verdadeira crise durante a temporada, enquanto uma única lacuna permaneceu precisando de reforço, antes de o treinador decidir ir embora e deixar o projeto em uma fase extremamente delicada.

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga a GOAL no Google
  • Valencia CF v Newcastle United: Trofeu TaronjaGetty Images Sport

    O Al Ahly resolve as crises e Yaisle vai embora

    O quadro final parece um paradoxo do futebol: o Al Ahly se movimentou no mercado para corrigir os pontos fracos, enquanto o técnico que deveria se beneficiar dessas mudanças e comandar a equipe na nova temporada acabou indo embora.



    Agora não resta à diretoria outra alternativa senão lidar rapidamente com as consequências da decisão, pois o desafio já não se limita ao fechamento de contratações, mas passa pela escolha de um treinador capaz de assimilar os novos elementos e construir a partir deles, em vez de voltar à estaca zero.

    A posição de lateral-direito continua sendo a peça que não se completou no quadro do Al Ahly, mas a grande pergunta já não é sobre a contratação que faltou, e sim sobre o motivo da saída de Jaissle no momento em que sua equipe ficou mais próxima da forma que ele desejava.

    Será que Jaissle enxergava que a crise era maior do que apenas uma posição que precisava de um novo jogador? Ou será que o alemão realmente decidiu pular do barco antes de a viagem mais difícil começar?