A saída do alemão Matthias Jaissle do Al-Ahli Saudita, há poucos dias, não foi uma simples mudança técnica passageira, mas veio em um momento que abre a porta para muitos pontos de interrogação sobre o que aconteceu dentro do clube durante o período de transferências do verão.
O clube se movimentou com força para reforçar seu elenco e conseguiu, em grande medida, resolver as posições que representavam uma fonte de preocupação antes do início da temporada, mas o treinador que supostamente iria conduzir esse projeto decidiu partir no momento em que a maioria das peças desejadas se tornou disponível para ele.
O paradoxo é que o Al-Ahli não entrou no mercado de transferências de forma aleatória, mas se movimentou em uma direção clara para resolver os pontos fracos que apareceram durante a temporada passada, e Jaissle foi parte fundamental na definição das prioridades técnicas.
E com o fim da janela, a pergunta mais importante passou a ser: se a maioria das necessidades do treinador foi atendida, por que o fim chegou tão rápido?




