No papel, o Al-Hilal parece ter tudo o que qualquer equipe precisa para brigar por títulos: nomes de nível mundial, estrelas com grande experiência e um elenco capaz de fazer a diferença em qualquer partida. Mas o futebol não se mede apenas pelo número de estrelas, e sim pela harmonia das funções e pela complementaridade das posições.
E é aqui que surge o paradoxo no elenco do "Líder" antes da nova temporada. O Al-Hilal possui nomes que poderiam levar alguns a descrevê-lo como um "Galácticos", mas ao mesmo tempo sofre com lacunas evidentes em algumas posições, além de outras questões que se transformaram em verdadeiras crises devido à dificuldade de se desfazer de certos jogadores ou à indefinição das substituições adequadas.
E entre as exigências de Simone Inzaghi, o desejo da diretoria de reformular o elenco e a dificuldade de negociar alguns contratos, o Al-Hilal se vê diante de um mercado que não se trata apenas de adicionar uma nova estrela, mas de reajustar um elenco que precisa mais de soluções do que de novos nomes.





