Há jogadores que partem em busca de dinheiro, e outros que partem em busca de um projeto, mas no caso de Mohamed Salah parece que a história é completamente diferente, pois o faraó egípcio não precisava provar seu valor financeiro, nem era obrigado a convencer alguém de que ainda é um dos melhores jogadores do mundo, mas precisava de outra coisa: recuperar seu trono.
Desde o momento de sua chegada a Trabzon, ficou claro que o negócio ultrapassou os limites de uma transferência tradicional, pois a cidade inteira saiu para recebê-lo, e a torcida criou uma cena excepcional difícil de se repetir, como se o clube não tivesse contratado um jogador de futebol, mas recebido um ícone mundial do esporte.
Esse tipo de reconhecimento talvez nenhum jogador de 34 anos encontre, mas aconteceu com a lenda do Liverpool e principal capitão do Egito.







