Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento
FBL-NED-XAVIAFP

Traduzido por

Pergunta capciosa para constrangê-lo: Xavi escapa da primeira emboscada holandesa

A cerimônia de apresentação de Xavi Hernández como novo treinador da seleção da Holanda, na cidade de Zeist, não passou sem surpresa. Enquanto o técnico espanhol se preparava para sua primeira aparição oficial diante da imprensa holandesa, Nigel de Jong, diretor técnico da Federação Holandesa, tratou de revelar os bastidores das negociações que antecederam a contratação do ídolo do Barcelona.

De Jong, que estava sentado logo ao lado de Xavi, revelou que a Federação Holandesa procurou primeiro Pep Guardiola, mas ele preferiu tirar um ano de descanso longe dos treinamentos; em seguida, foi atrás de Arne Slot, que optou por permanecer apenas nos clubes, antes de a escolha recair sobre Xavi, que era a terceira opção da lista.

  • Xavi passa pelo seu primeiro teste com tranquilidade

    Essa confissão pública, feita com o novo treinador sentado no mesmo palanque, não passou despercebida pelos jornalistas holandeses, que enxergaram nela um prato cheio para testar a reação de Xavi em seus primeiros minutos oficiais com a seleção da Holanda.

    Assim que De Jong terminou de falar, os jornalistas dirigiram sua pergunta direta a Xavi: como ele se sentia sabendo que havia sido a terceira opção, depois de Guardiola e Slot? A pergunta trazia em si uma tentativa de colocar o treinador espanhol em uma situação constrangedora em sua primeira coletiva de imprensa, mas Xavi não perdeu a confiança em si mesmo e respondeu com um largo sorriso e o bom humor pelo qual é conhecido: "Cheguei depois de Guardiola e Slot? O importante é que eu estava no pódio! Não me importa nem um pouco se fui a terceira opção, essa incumbência é uma medalha no meu peito".

    A resposta de Xavi carregou uma sagacidade esportiva que não escapou aos presentes: ele optou por se comparar ao portador da "medalha de bronze" na corrida das indicações, e não a quem saiu de mãos vazias ou caiu no esquecimento.

    Por sua vez, De Jong fez questão de justificar a escolha de Xavi, ressaltando que o treinador espanhol se vê como uma extensão da filosofia holandesa e acredita no futebol ofensivo baseado na posse de bola, no controle e na iniciativa, o que o tornou o mais indicado para liderar o projeto de reconstrução da seleção após a saída de Ronald Koeman, na sequência da decepcionante eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo diante de Marrocos.

    Leia também: Vídeo: uma canção especial? Cantora turca celebra o brilho de Salah

  • Publicidade
  • O valor das batalhas do Barcelona

    E talvez a firmeza de Xavi diante dessa situação não seja estranha para quem viveu longos anos em Barcelona, onde se acostumou com perguntas muito mais incisivas e um ambiente de pressão midiática bem mais pesado, seja como jogador que liderou a equipe nos momentos mais difíceis ou como treinador que enfrentou críticas ferozes após cada resultado negativo. Pois quem se preparou para encarar as câmeras e as canetas da imprensa catalã e espanhola, a mais implacável do velho continente, não encontrará dificuldade digna de nota em superar uma simples "brincadeira jornalística" ao estilo holandês.

    Leia também: Ele não pode parar os ponteiros do tempo: a ousadia de Postecoglou coloca Cristiano Ronaldo diante da pergunta odiada

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga a GOAL no Google