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Oaktree quer um clube satélite para a Inter: três opções, investimento de 25 a 40 milhões

Parece que já passou uma eternidade desde quando o fundo de investimento Oaktree emprestou 275 milhões de euros à família Zhang, em dificuldades na gestão econômica da Inter no pós-Covid, entrando de fato pela primeira vez no mundo do futebol. Na época, a ideia declarada era a de não querer de forma alguma se tornar um proprietário que administrasse um clube, mas, com o passar dos anos, o fundo americano parece ter pegado gosto pela coisa.

Hoje, de fato, como noticiado por Gazzetta dello Sport e Corriere dello Sport, ele está até pensando em ampliar sua própria galáxia de investimentos. A ideia, de fato, é acrescentar à Inter um outro clube "satélite".


  • Como City e Chelsea

    O conceito básico, estudado pelos investidores do fundo, é o de colocar ao lado da Inter uma sociedade fora das fronteiras italianas, com o objetivo de inserir uma etapa adicional de crescimento para seus talentos depois do setor de base e do sub-23, mas antes do time principal da Inter.

    O modelo de referência, nesse sentido, é sobretudo o representado pelo Chelsea com o grupo BlueCo, que também controla o Strasbourg, na França, mas também o City Group, cuja política, porém, está em andamento há tanto tempo que pode contar com um número muito maior de clubes além do Manchester City entre eles, por exemplo, também o Palermo.

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  • INVESTIMENTO DE 25 A 40 MILHÕES

    Os prazos desta operação deverão ser curtos porque o objetivo do fundo é chegar à próxima janela de transferências de verão com a aquisição já concluída.

    À mesa, vindo dos EUA, chegou um orçamento de investimento que gira entre 25 e 40 milhões de euros, um valor não enorme, mas suficiente para conduzir a mudança de propriedade em campeonatos que não estão no primeiro escalão absoluto.

  • Bônus também sobre as inscrições

    A sugestão vinda da área esportiva é tentar fechar um acordo com um clube que dispute um campeonato de altíssima formação e que possa oferecer ampla margem de desenvolvimento aos seus talentos.

    Além disso, aproveitar campeonatos com normas de contratação diferentes das da Itália também facilitaria o trabalho dos homens de mercado que, para dar um exemplo, poderiam usar o clube satélite para a contratação de jogadores extracomunitários (para os quais na Itália há restrições enormes) ou para obter, em pouco tempo, uma cidadania comunitária.

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  • TRÊS OPÇÕES NA MESA

    Nesse sentido, são 3 os campeonatos que o fundo está monitorando: o Campeonato Português, o belga (a experiência de Stankovic no Bruges surpreendeu bastante no ano passado) e também o da Segunda División (a Serie B) do futebol espanhol.