SOBRE A POSTURA DA JUVENTUS
"Temos consciência de que há coisas a melhorar e analisamos profundamente o que aconteceu, traçando o que queremos fazer, o que precisa ser corrigido para que não aconteça de novo. Provavelmente é preciso mais compactação para fechar algumas linhas de passe, saber quando fechar o bloco da equipe e esperar o erro do adversário. Embora a explicação esteja cada vez menos na tática coletiva, ela já não é mais o primeiro aspecto ao qual prestar atenção quando surge algum problema, mas o ritmo mental será importante amanhã, a verdadeira qualidade que pode fazer você ir além dos problemas em campo. Quem pensa antes, joga antes e defende antes, faz tudo antes".
A PRESSÃO
"Aceitá-la é o remédio para aprender a viver, e eu entendi isso cedo, quando aos dez anos ia ganhar alguma coisa para a família depois da escola - relata Gazzetta.it -. Imaginem se isso me abala agora que coloquei muitas coisas em ordem na minha vida... O que sai depois de uma derrota é algo que não posso controlar e, portanto, não me interessa. Na minha cabeça, sou eu quem decide a que pensamento dar espaço e a qual não dar. A isso eu não dou muito espaço".
A ESCALAÇÃO
"Não digo nada sobre a escalação".
AS EXPECTATIVAS
"Como sempre acontece, se diz a mais de uma equipe que ela deve vencer a Europa League. Estar pronto é a única linguagem para explicar que se é jogador da Juventus".
O JOGO E OS JOGADORES
"O jogo depende das microdecisões dos jogadores, que precisam antecipar determinadas situações e saber administrá-las, amanhã vamos perceber isso. A lógica poderia sugerir outras coisas, mas veremos cinco adversários adiantados esperando a bola longa: não se deve seguir uma leitura correta, mas aquilo que há em campo. Em parte, é uma tentativa de explicar o terceiro gol do Sassuolo, o futebol está cada vez mais cheio dessas coisas, de fora não se pode ajudar quem está dentro, adquirir esse conhecimento batendo de frente com isso, como aconteceu conosco, dá conhecimentos reais e verdadeiros. As novas regras da arbitragem libertam o futebol das estratégias baseadas em perder tempo e nas simulações, mas também são indicações em direção ao contato físico, não marcam falta para você se não aguentar o choque ou se exagerar. Dou os meus parabéns por isso, os espertinhos que ficam mais tempo no chão e assim por diante acabam sendo expostos".
SOBRE CARNEVALI E CONTE
"O diretor-executivo é um homem de futebol, experiente e equilibrado, e sabe bem o que fazer, ou seja, transmitir serenidade ao ambiente. Sou menos do que aquilo que ele disse, mas não vou decepcioná-lo e vou me tornar aquilo que ele quer, vou melhorar. Para os torcedores, é justo que cada um fortaleça aquilo que quer, eu estou convencido de que lido com a equipe que considero forte desde o início. Continuo treinando com a mesma determinação".
SOBRE AS CRÍTICAS
"Não me surpreende que, depois de quatro rodadas, dois treinadores tenham mudado, portanto tampouco me surpreende o que nos acompanha dia após dia. Nós temos de mostrar que somos a Juventus, tudo isso faz parte da posição em que estamos e que conquistamos com o passado. Enquanto nos derem tempo e espaço, as energias vão nessa direção, não em fazer os outros mudarem de ideia, os franco-atiradores ou quem diz o que quer nas redes sociais, quem vomita as próprias fraquezas sobre os outros. E estamos falando de uma derrota, uma".
MCKENNIE E CAMBIASO
"Preciso fazer algumas avaliações. Temos dois ou três que não vão terminar a partida e não podem ser colocados todos juntos, mas eu quero o McKennie em campo amanhã".
KOOPMEINERS
"Para nós ele é importante, porque sempre esperamos o nível que conhecemos bem. Ele tem o dever de nos mostrar decisões importantes, nós o esperamos, e não apenas em uma partida, mas já no treino. Precisamos dessas coisas".