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Neymar PSG Napoli UEFA Champions League 24102018Getty

PSG quer barrar investigação da UEFA por Fair Play Financeiro

O Paris Saint-Germain entrou com um recurso no Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) para interromper una nova investigação da UEFA, ainda sobre uma suposta infração ao Fair Play Financeiro (FFP) envolvendo a transferência do brasileiro Neymar. O clube francês quer evitar a possibilidade de sanções, já que havia sido absolvido em um primeiro momento.

No entanto, o órgão máximo responsável pelo futebol europeu optou por reativar, em julho deste ano, um mês após de declarar não ter encontrado irregularidades nas contas dos parisienses: em 2017, o PSG contratou Neymar em um valor recorde mundial de 222 milhões de euros (cerca de R$ 943 milhões em valores atuais), antes de fechar com Kylian Mbappé, que chegou ao clube por 180 milhões de euros (cerca de R$ 765 milhões).

Para manter o caixa em ordem com as determinações da UEFA, o PSG negociou nomes como Javier Pastore, Yuri Berchiche, Odsonne Edouard e Jonathan Ikone durante a última janela. Agora, o clube espera evitar uma nova dor de cabeça junto à mais alta corte esportiva do mundo.

Kylian Mbappe PSGGetty

“O Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) registrou uma apelação apresentada pelo clube francês Paris Saint-Germain contra uma decisão tomada pela UEFA em setembro de 2018", afirma, em nota oficial, o órgão esportivo. "A pedido das partes, o procedimento será conduzido em uma base confidencial com a exceção da concessão final que será publicada. Nestas circunstâncias, o CAS não pode fornecer mais informações sobre o assunto."

Recentemente, o Milan havia sido proibido de participar da Europa League e Champions League por violar as regras do FFP, decisão revertida pelo CAS acabou anulando a decisão em julho deste ano.

A sanção inicial da Uefa levou em consideração o fracasso do clube rossoneri em cumprir o requisito de equilíbrio das finanças estabelecido nos regulamentos do Fair Play Financeiro. A Corte reviu a eliminação dos Rossoneri, muito embora tenha negado o pedido dos italianos para que a UEFA fosse forçada a realizar um novo acordo judicial.

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