Rodolfo Landim vê com bons olhos nomeação como "interventor" na CBF

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Alexandre Vidal/Flamengo/Divulgação

A justiça do Rio de Janeiro anulou a Assembleia Geral da CBF, que mudou a forma de votação  para a presidência da entidade, sendo assim, anulando também a eleição que colocou Rogério Caboclo no poder. A votação aconteceu em 2018. Além disso, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro, foram nomeados para comandar a entidade pelo período de 30 dias. 

Segundo a decisão do juiz Mario Cunha Olinto Filho, da 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a dupla terá o papel de organizar novas eleições para a presidência da entidade e não poderão concorrer ao cargo. A CBF ainda pode recorrer da decisão. 

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Segundo apuração da Goal, Rodolfo Landim não pretende rejeitar a nomeação e vê com bons olhos a participação no processo para montar as eleições que vai definir o próximo presidente da entidade. O mandatário do Flamengo terá cinco dias para responder se aceita ser interventor. 

O estatudo da CBF não permite que Landim, presidente em exercício de um clube de futebol, assuma o cargo de comando da entidade máxima do futebol brasileiro. Dentro da Confederação Brasileira, a situação é vista como perfeitamente reversível. Além disso, uma das justificativas para nomear Landim foi o fato de ser "o presidente do clube de expressiva torcida".