Neymar encerrou a última temporada em alta no Santos, mas agora enfrenta o desafio da recuperação física e da regularidade para seguir no radar da Seleção.
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Neymar ainda pode sustentar o nível até a Copa do Mundo?
O debate sobre Neymar e a Seleção Brasileira voltou ao centro das atenções. Após mais uma temporada marcada por lesões, o camisa 10 conseguiu, ao menos, encerrar o ano em alta antes de passar por cirurgia.
Os números ajudam a explicar por que seu nome segue relevante. Foram 28 jogos, com 11 gols e quatro assistências ao longo da temporada.
Mais importante do que o volume total foi o impacto no momento decisivo. Nos últimos quatro jogos, Neymar marcou cinco gols e deu uma assistência, sendo peça fundamental na arrancada que evitou o rebaixamento do Santos.
Esse recorte final mostra um padrão já conhecido. Quando está fisicamente disponível, Neymar ainda entrega diferencial técnico acima da média do futebol brasileiro. Participa diretamente das jogadas decisivas, chama a responsabilidade e concentra o jogo ao seu redor.
O ponto central não é mais o talento, mas sim a capacidade de manter sequência. A cirurgia interrompeu novamente seu ritmo, e o calendário até 2026 exige constância, não apenas picos isolados de desempenho.
Ainda assim, o encerramento da temporada reforça que Neymar não é apenas um nome histórico. Ele segue sendo um jogador capaz de alterar o rumo de partidas e competições quando está em campo.
Desempenho recente coloca Neymar no radar da Copa
A corrida por uma vaga na Copa do Mundo de 2026 passa, inevitavelmente, por continuidade física e impacto competitivo. Nesse sentido, o desempenho recente de Neymar oferece um sinal misto, mas relevante.
O brilho no fim da temporada indica que o nível técnico permanece intacto. Os cinco gols nos últimos quatro jogos não surgiram por acaso. Vieram em partidas de alta pressão, com o Santos ameaçado pelo rebaixamento e com a equipe dependendo diretamente de suas ações ofensivas.
Por outro lado, o histórico recente de lesões pesa contra. A recuperação após cirurgia será determinante para entender se Neymar conseguirá acumular minutos, ritmo e protagonismo ao longo das próximas temporadas.
A comissão técnica da Seleção tende a valorizar atletas que consigam manter presença constante em alto nível.
Do ponto de vista de mercado, isso abre espaço para apostas mais cautelosas e de médio prazo.
Em vez de confiar apenas em cenários extremos, o desempenho recente sugere que Neymar pode voltar a ser decisivo em momentos-chave, mesmo que não atue em todas as partidas.
Se conseguir administrar o físico e evitar novas interrupções longas, Neymar ainda tem margem para se manter competitivo até 2026.
Há também um elemento que vai além da tática ou da estatística. Neymar ainda representa uma conexão emocional forte com o torcedor brasileiro.
Em momentos de dificuldade, é o nome que gera expectativa, esperança e atenção. Em Copas do Mundo, esse fator simbólico costuma pesar — para o bem e para o mal.
Neymar pode garantir vaga na Copa?
A resposta mais honesta é: sim, pode — mas não é garantido. A reta final da última temporada mostrou que Neymar ainda tem futebol para ser relevante.
Os números, especialmente nos jogos decisivos, reforçam essa leitura. No entanto, o caminho passa obrigatoriamente por recuperação plena, sequência de jogos e adaptação ao novo contexto da Seleção.
Se conseguir manter a saúde física e repetir o nível mostrado no fim do campeonato, Neymar segue como um nome fortíssimo para a Copa.
Caso contrário, o ciclo pode marcar a transição definitiva para uma Seleção menos dependente de sua estrela histórica.
No fim, a pergunta não é se Neymar tem talento. Isso nunca esteve em dúvida. A verdadeira incógnita é se ele conseguirá estar disponível — e inteiro — quando o Brasil mais precisar.
