Há uma divergência entre clubes brasileiros antes mesmo da criação da liga independente que substituirá o Brasileirão, hoje administrado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). A discussão se dá por causa da questão financeira do torneio.
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Os clubes que receberiam um percentual menor de direitos de transmissão querem uma divisão mais justa do valor. Os dirigentes creem que há um abismo entre o que é pago aos gigantes do futebol nacional, especialmente Flamengo e Corinthians, e os demais.
Há uma discussão nos bastidores para que os valores sejam mais justos. O presidente do Athletico-PR, Mario Celso Petraglia, não descarta nem sequer uma liga à parte. Ele é um dos líderes dos clubes que faturam menos e desejam reduzir os percentuais entregues aos demais.
A GOAL apurou que, mesmo com a discussão recente, os clubes considerados maiores farão o trabalho necessário para a formação da liga. Os trâmites burocráticos já foram iniciados nas últimas semanas para definir o caso.
Em que pese a divergência dos clubes, a CBF já prometeu apoio à criação da liga independente. A entidade articulou o auxílio em troca da votação dos clubes pela permanência de Ednaldo Rodrigues no cargo de presidente da confederação.
