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Erling Haaland Borussia Dortmund 2019-20Getty Images

Haaland era uma oportunidade muito boa para ser desperdiçada, diz CEO do Dortmund

Em entrevista exclusiva à Goal, Hans-Joachim Watzke, CEO do Borussia Dortmund, descreveu a contratação do novo atacante sensação, Erling Haaland, como uma oportunidade ótima de contar com um jogador único.

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O alemão explicou que Haaland é um talento muito especial com atributos e qualidades técnicas que o fazem um jogador único. Assim, a oportunidade de contratar um atleta como esses não é algo frequente e, portanto, não poderia ser desperdiçada.

“Não existem muitos jogadores com 1,94m e com essa velocidade. Na verdade, ninguém vem a minha mente”, explicou o diretor. “Foi uma oportunidade que não se encontra com frequência”.

Watzke também revelou que o jovem se enquadra no tipo ideal de atacante que o clube estava procurando desde a saída de Robert Lewandowski.

“Sempre quisemos um centroavante com um jeito diferente de jogar futebol. Não um segundo atacante, mas um jogador alto, forte, um clássico número 9. Mas esse jogador tinha que aparecer no mercado antes”, contou o CEO à Goal.

Além disso, o dirigente disse que acompanha o norueguês há bastante tempo e elogiou muito sua postura como pessoa. Com 19 anos, Haaland já marcou oito gols em apenas cinco aparições pelo Borussia, totalizando 305 minutos jogados. Nesta terça-feira (18), a jovem promessa terá a chance de balançar as redes pela Champions League, em partida contra o PSG.

“Venho acompanhando o progresso dele há mais tempo. Jogadores escandinavos são muito decentes e motivados, com muita vontade de ter sucesso. Erling combina tudo isso. Tem um grande caráter e uma vontade impressionante. Até nos treinamentos”.

Por fim, o CEO comentou a saída de Paco Alcácer da equipe após a chegada do jovem norueguês. O espanhol não vinha sendo titular e muitas vezes nem aparecia entre os relacionados para as partidas.

“Outros jogadore podem fazer o papel do Paco, mas não temos ninguém como Erling”, explicou o dirigente. “A decisão de deixar ele (Paco) ir foi fácil. Um centroavante que não joga se torna insatisfeito. Seu objetivo era a Eurocopa de 2020 e ele provavelmente perderia a competição ficando aqui”, concluiu.

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