As coisas não andam lá muito boas no bairro Lourdes, sede do Clube Atlético Mineiro. Com uma vitória em oito jogos no Brasileirão, a equipe mineira estacionou na tabela com 30 pontos e vê a zona de classificação para a Copa Libertadores ficar cada vez mais distante. Pior ainda, hoje, no dia 03 de outubro, teve um enterro em praça pública, em frente a sede do Galo.
Calma, ninguém morreu de verdade. Em espirituoso protesto de duas torcidas organizadas, membros foram as ruas com caixões e cruzes com fotos de jogadores e dirigentes do time. Segundo os organizadores, estes "apetrechos" simbolizavam que os nomes escritos nos artefatos fúnebres são "mortos", sem vontade.
A ira dos torcedores se fez ainda maior após a diretoria ter "bancado" o técnico Rodrigo Santana. Depois da derrota por 2 a 1 diante do Vasco da Gama, no Independência, a situação do comandante do time ficou quase insustentável, pelo menos para a torcida da equipe.
Alvo de críticas, o treinador vem de retrospecto muito negativo nos últimos jogos e pode deixar o clube em qualquer momento. Para que o comandante consiga se manter no cargo, os jogadores terão que fazer uma espécie de "volta dos que não foram" e começar o "apocalipse zumbi", isto é, irem voltando a conquistar três pontos para o Galo.




