Dani Alves já é o novo chefe do vestiário do PSG. Isto é o que o jornal francês L'Equipe diz em uma reportagem sobre o peso que o lateral brasileiro está adquirindo no clube parisiense.
Se pensava que ele estava indo para Paris para uma aposentadoria de ouro, mas perceberam que ele segue sendo um jogador vital assim como foi em seus três clubes anteriores: Juventus, Barça e Sevilha.
Na última partida contra o Angers, Dani concedeu duas assistências, para os gols de Mbappé e Draxler e o L'Equipe escreve que "quatro meses após sua chegada, ele dá a impressão de ter sempre feito parte da paisagem parisiense".
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E para confirmar isso, o jornal revelou alguns dados: o PSG ganhou as onze partidas em que Dani foi titular, com um saldo de 40 gols a favor e apenas três contra.
Seu jogo, além disso, foi adaptado às necessidades de seus companheiros de equipe e parece com o jogador que foi capaz de dar 102 assistências para gols em 391 jogos com o Barça de Messi.
Seus rivais, como Gilles Sunu, atacante do Angers, ficaram surpresos com sua liderança em campo. "Ele realmente gritou para Thiago Silva, ele era o chefe", explicou.
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E de dentro do vestiário dizem que "o que mais impressionou a maioria dos jogadores desde sua chegada, especialmente os jovens, é que eles têm quatro pulmões, uma energia incrível".
O jornal também recorda que os dois empates do PSG na LIgue 1 contra o Marselha e o Montpellier foram conquistados sem a ajuda de Daniel Alves que, como sempre, é o "louco" no vestiário com suas piadas, gritos e danças incontroláveis.
No clube também professam muito a respeito pelo que eles já chamam de 'O Monstro'. "Dani é um cara especial, muito bom, muito profissional. Tem uma mentalidade vencedora, não aceita perder nem uma partida ou uma sessão de treinamento", diz Thiago Silva.
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Igualmente, sua atuação no "pênalti" é valorizada quando atuou como intermediário e catalisador do grupo no conflito entre Cavani e Neymar.




