Fábio Carille já tem acertado salário e tempo do contrato (válido por dois anos) para retornar ao Corinthians há pelo menos uma semana. O principal impasso é que, segundo o Blog Ora Bolas apurou, o acordo verbal foi feito sem o consentimento do Al Wehda, com quem o treinador tem vínculo até junho de 2020.
Incomodada por ter sido a "última a ser avisada", a diretoria do clube da Arábia Saudita resolveu fazer jogo duro para liberar Carille, sendo que no momento o maior obstáculo é o pagamento integral e à vista da multa rescisória, cujo valor é de aproximadamente 700 mil dólares (R$ 2,7 milhões).
Sem clima para permanecer no futebol saudita, o treinador brasileiro espera ansioso que o Timão resolva o imbróglio. Até por isso, nesta sexta-feira, o empresário Paulo Pitombeira reuniu-se com o presidente alvinegro Andrés Sanchez. Juntos, tentam encontrar uma maneira para finalizar com sucesso a negociação já dura cerca de duas semanas.
Uma das alternativas discutidas entre as partes envolvidas é um pedido de empréstimo para o agente Giuliano Bertolucci, que é velho conhecido do mandatário corintiano, além de hoje ser responsável pela carreira de alguns jogadores do elenco, entre eles Léo Santos e Pedrinho. Outra opção é ceder um ou mais jogadores para o Al Wehda.
Apesar de dificultar a saída de Fábio Carille, os sauditas já estão no mercado atrás de um substituto. Rui Vitória, do Benfica, foi o primeiro nome procurado. O português, no entanto, rejeitou a proposta saudita.


