Infantino, porém, não queria correr o risco de ver o Inter Miami ficar fora da disputa pela MLS Cup. Por isso, agiu rápido para aproveitar o título da temporada regular e usou essa conquista como justificativa para escolher o clube como “anfitrião” do Mundial de Clubes — uma decisão estratégica, já que o Miami acabou eliminado logo na primeira rodada dos playoffs da MLS.
Todo mundo sabia o verdadeiro motivo da presença do Miami no torneio: Lionel Messi. Infantino estava tão preocupado em gerar interesse no novo Mundial de Clubes que encontrou uma forma de incluir o maior nome do futebol atual.
Na época, as críticas foram bem mais brandas, muito por causa do calendário do Mundial de Clubes e do fato de ele ser visto, por muitos, como um torneio de pré-temporada. Mas a Copa do Mundo é outra história — é especial, é tratada quase como sagrada. Por isso a reação agora é muito mais dura: a Fifa estaria novamente contornando regras para garantir que outra superestrela mundial, Cristiano Ronaldo, possa atuar em todos os jogos de Portugal, inclusive na fase final do torneio no próximo verão na América do Norte.
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