Chelle assumiu o comando da Nigéria em janeiro de 2025, mas não conseguiu classificar a equipe para um grande torneio. Já o Congo segue para a repescagem, que contará também com Nova Caledônia, Bolívia, um representante asiático e dois da Concacaf, com duas vagas em jogo. O país sonha em voltar à Copa do Mundo pela primeira vez desde 1974, quando ainda se chamava Zaire.
Para a Nigéria, resta recomeçar. O capitão William Troost-Ekong tentou manter o otimismo: “Estamos devastados. Tenho orgulho dos jogadores, eles deram tudo, não só hoje, mas nos últimos dez meses. Tem muita coisa positiva. O futuro da equipe é promissor… mas hoje é um dia muito difícil.”
Chelle, pressionado, foi questionado se ainda seria o nome certo para comandar a seleção. Ele garantiu que sim: “Acho que isso vocês têm de perguntar à NFF e ao comissário, porque, sinceramente, eu fiz o meu trabalho. Trabalhei e vou continuar trabalhando. Tentamos dar o nosso melhor, jogadores, comissão, todos. Se algo acontecer, não serei o primeiro.”