A semifinal na Arábia Saudita começou com tudo. O que parecia ser uma falta boba em Jude Bellingham, preparou o cenário para uma pintura de Valverde. Substituindo Dani Carvajal, tanto na lateral direita quanto na braçadeira de capitão, o uruguaio acertou um foguete do ângulo de Jan Oblak. Embora o goleiro tenha tocado na bola e na trajetória tivesse um leve desvio de Sorloth, era impossível impedir aquele gol.
Diego Simeone certamente ficou satisfeito com a resposta de sua equipe, já que o Atlético dominou os 20 minutos seguintes. Apesar do empenho "colchonero", foi o Real Madrid quem criou a próxima chance clara, quando Rodrygo foi acionado por Álvaro Carreras. O brasileiro limpou Conor Gallagher, mas acabou finalizando fraco.
Pouco depois, Thibaut Courtois foi exigido algumas vezes, brilhando em uma defesa na cabeçada de Sorloth. O gigante norueguês teve outra chance pelo alto logo em seguida, mas, livre de marcação, mandou por cima do travessão.
O Real parecia ter garantido a vitória quando Rodrygo aproveitou um passe de Valverde, saiu cara a cara com Oblak e, desta vez, não perdoou: finalizou com categoria, de chapa, sem chances para o esloveno. A resposta do time de Simeone, porém, foi quase instantânea. Sorloth se redimiu dos gols perdidos e, na segunda trave, testou firme o cruzamento de Giuliano Simeone, deixando Courtois parado.
Quando a partida parecia caminhar para um final tranquilo, a substituição de Vinícius Jr. aos 80 minutos gerou um princípio de confusão entre os bancos de reserva, resultando em cartões amarelos para o brasileiro e para Diego Simeone. Nos instantes finais, Antoine Griezmann quase marcou de voleio, mas parou em Courtois. O Atlético pressionou até o fim, mas não conseguiu o empate.
Um gol perdido por Julián Álvarez nos acréscimos confirmou o "El Clásico" na decisão: o Real Madrid enfrentará o Barcelona neste domingo (11).
A GOAL avalia os jogadores do Real Madrid no Estádio King Abdullah Sport City...
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