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Quincy PromesGetty

Quem é o jogador condenado por traficar uma tonelada de cocaína

O jogador Quincy Promes, do Spartak Moscou, da Rússia, recebeu uma sentença de seis anos de detenção por participação em um esquema de contrabando de cocaína. Promes, de 32 anos, foi implicado na importação ilegal de mais de 1,35 tonelada da substância em dois carregamentos, que foram interceptados no porto de Antuérpia, na Bélgica, originados do Brasil. A decisão foi proferida pelo Tribunal de Amsterdã.

Em outro caso, Promes também foi condenado a 18 meses de prisão após ser considerado culpado de agredir um primo por um tribunal holandês. Abaixo, a GOAL te conta tudo sobre o caso.

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  • QUINCY PROMES NETHERLANDSGetty Images

    Condenado por tráfico de drogas

    Recentemente, Quincy Promes foi condenado a seis anos de prisão por tráfico de cocaína. O jogador de 32 anos esteve envolvido na importação de dois carregamentos vindos do Brasil. A decisão foi emitida pelo Tribunal de Amsterdã.

    No ano passado, Quincy Promes, jogador do Spartak Moscou, foi acusado pela justiça holandesa de traficar 1,35 tonelada de cocaína. Outro indivíduo, identificado como 'Marylio V.', também estaria envolvido. Conforme documentos oficiais, ele importou "várias centenas de quilos" da droga em janeiro de 2020, no porto belga de Antuérpia. O Ministério Público afirmou que Promes, Marylio V. e outros faziam parte de uma "extensa rede criminosa", com Promes desempenhando um "papel de liderança" no esquema.

    É importante ressaltar que a Rússia não tem acordo de extradição com a Holanda, portanto, Promes não será preso enquanto estiver no país onde joga profissionalmente. O jogador negou todas as acusações por meio de seu advogado.

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  • Quincy PromesGetty

    Condenado por agressão

    Promes sempre negou as acusações, mas os promotores do Ministério Público da Holanda consideraram haver evidências suficientes contra ele para cumprir uma pena de prisão. Ele foi acusado em uma investigação por esfaquear seu primo no joelho, em 2020. O jogador foi inicialmente acusado de tentativa de homicídio, mas a promotoria concluiu que não havia provas suficientes para estabelecer que o objetivo era matar a vítima.

    A sentença tomou como base o testemunho de dois espectadores e a descoberta de conversas em seu telefone. O atacante, que já atuou em 50 jogos pela seleção da Holanda, não estava presente quando a sentença foi proferida em seu país natal. Atualmente, ele mora na Rússia.

    Com passagens por Ajax e Sevilla, também foi ordenado a pagar 7 mil euros em compensação à vítima. O tribunal afirmou que a sentença de teria sido mais branda - cerca de seis meses a menos de prisão - se ele tivesse comparecido à audiência e mostrado algum arrependimento.

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