Foden vive um contraste grande entre o que produz pelo Manchester City e o que entrega com a camisa da Inglaterra. Mesmo com apenas quatro gols em 45 jogos pela seleção, ele aparece na 140ª posição entre os maiores artilheiros, ao lado de Nicky Barmby — que atuou metade das partidas — e atrás de defensores como Tony Adams, Stuart Pearce e Gary Cahill, todos com cinco gols. Quando o ranking é por média de gols por jogo, a situação piora: ele cai para o 409º lugar. Um cenário bem diferente dos 104 gols e 64 assistências em 333 jogos pelo City.
O meio-campista não marca pela Inglaterra desde o amistoso contra a Escócia, em setembro de 2023. Seu último gol em jogo oficial foi contra o País de Gales, na Copa do Mundo de 2022. Antes disso, seus únicos gols tinham sido dois contra a Islândia, em um duelo da Liga das Nações sem público durante a pandemia. Foden soma nove assistências pela seleção, mas só uma delas veio depois da última Copa.
Ele não é o único jogador que rende muito mais no clube do que na seleção, mas a diferença no desempenho é bem mais acentuada no seu caso. Por isso, vale observar como Foden vai se sair agora, prestes a voltar a jogar pela Inglaterra depois de oito meses, nos dois últimos jogos das Eliminatórias da Copa de 2026, contra Sérvia e Albânia.
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