A Inglaterra teve campanhas promissoras em eliminatórias anteriores, mas nunca havia vencido todos os jogos a caminho de uma Copa do Mundo nem terminado a fase de classificação sem sofrer um gol. O caminho para o torneio do ano que vem pode ter sido relativamente tranquilo, mas a equipe levou a sério o desafio, desenvolvendo uma frieza que culminou em uma vitória suada por 2 a 0 contra a Albânia no jogo final, com dois gols nos últimos 15 minutos.
"Estamos no nosso melhor momento", afirmou o capitão Harry Kane, que já se classificou para seis grandes competições com a Inglaterra. "Vamos para o Mundial como um dos favoritos e temos que aceitar isso. Tem sido assim nos últimos torneios, e faz parte. Estamos evoluindo, tivemos um ano ótimo com o novo treinador, e agora o foco é 2026."
A Inglaterra tem muitos motivos para se empolgar com o próximo ano, onde buscará encerrar um jejum de 60 anos, mirando o primeiro troféu de grande porte desde a Copa do Mundo de 1966, jogada em casa. O otimismo inglês sempre precede os torneios, e enquanto outras nações podem ver isso como arrogância, o entusiasmo atual se justifica: o time tem que ser levado a sério na disputa nos Estados Unidos, México e Canadá.
Contudo, apesar de uma campanha perfeita, Tuchel ainda tem algumas pendências para resolver antes do Mundial em junho. A seguir, as grandes questões que o treinador precisa responder nos próximos sete meses:
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