Flick deixou claro, em seu retorno ao Camp Nou, que queria sua equipe atacando desde o primeiro minuto. Mesmo sem Gavi, Pedri e Frenkie de Jong, o técnico montou um time repleto de talento e criatividade ofensiva — e a estratégia funcionou imediatamente. Nos primeiros cinco minutos, o Barcelona já havia criado várias oportunidades claras de gol. Foi então que Lewandowski abriu o placar no renovado estádio blaugrana, finalizando de canhota para vencer Unai Simón no canto próximo.
O Athletic Club viveu uma tarde frustrante no ataque. Um breve momento de pressão, já perto do fim do primeiro tempo, poderia ter rendido um gol aos visitantes. A melhor chance surgiu nos pés de Nico Williams — vaiado durante toda a partida —, mas seu chute passou rente à rede lateral.
O lance perdido acabou custando caro. Pouco antes do intervalo, Lamine Yamal encontrou Ferran Torres atrás da linha alta dos bascos com um belo passe de trivela. Mais uma vez, Simón poderia ter feito melhor, mas acabou superado por um chute rasteiro do atacante, que ampliou a vantagem catalã.
Logo no início da segunda etapa, Fermín López praticamente definiu o resultado. O Barça recuperou a bola no campo de ataque e Eric García, improvisado no meio, fez o passe perfeito para deixar López na cara do gol. Com tranquilidade, o meia tocou por baixo de Simón, que saía para abafar.
Minutos depois, o cartão vermelho de Sanchet deixou o Athletic condenado a um fim de jogo penoso, com pouca posse de bola e sob pressão constante. Com o Barcelona inteiro buscando deixar seu nome na súmula e coroar um dia histórico, coube a Ferran Torres fechar a conta nos acréscimos. Mais uma vez, Lamine Yamal iniciou a jogada, driblando vários jogadores antes de servir o companheiro, que finalizou com frieza para marcar seu segundo gol.
A seguir, as avaliações dos jogadores do Barcelona segundo a GOAL no Spotify Camp Nou.
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