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Ayrton SennaGetty Images

Corinthians e seleção brasileira: os amores de Ayrton Senna no futebol

O Brasil e o mundo do esporte jamais se esquecerão de Ayrton Senna. No dia 1° de maio de 1994, o tricampeão mundial da Fórmula 1 faleceu por conta de um acidente grave no Grande Prêmo de San Marino, em Ímola, na Itália.

Senna era uma grande figura do automobilismo, claro, conquistando uma legião de fãs ao redor do planeta, e também tinha sua ligação com o futebl. Abaixo, a GOAL te conta mais dessa história...

  • Ayrton Senna CorinthiansDIVULGAÇÃO

    Senna e o Corinthians

    A relação entre futebol e Senna era protagonizada pelo Corinthians. Como a maioria dos brasileiros, o piloto tinha paixão pela bola redonda, tendo sido fotografado por diversas vezes com o manto alvinegro.

    Desde a sua morte, são notórias as campanhas do clube paulista em sua homenagem, indo desde postagens nas redes sociais à elaboração de camisas especiais e à presença de Senninha na Arena Corinthians.

    No Parque São Jorge, há um capacete utilizado pelo ídolo em exibição com a seguinte mensagem: “No peito do piloto frio e corajoso batia um coração corintiano”. Em certa ocasião, jogadores do Corinthians já até entraram em campo vestindo o icônico capacete do piloto.

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  • Ayrton Senna - Corinthians - 1/10/2018Divulgação/Nike

    Noite histórica ao lado da seleção brasileira

    A temporada de 1994 não vinha sendo das mais fáceis ao tricampeão, já que aquele carro da Williams não vinha correspondendo às suas expectativas. Ainda assim, no dia 20 de abril, o piloto viveu uma noite marcante.

    Em Paris, no Estádio Parque dos Príncipes, um 'mistão' entre Paris Saint-Germain e Bordeaux fazia um amistoso contra a seleção brasileira. Ayrton foi quem deu o pontapé inicial do jogo, saindo de campo sob ensurdecedores aplausos franceses, brasileiros e de qualquer outra nacionalidade dos presentes no estádio.

    O episódio serviu como mais uma comprovação do quão universal era a sua adoração pelos fãs.

    Ayrton, porém, viria a falecer apenas 11 dias depois.

    Em seu podcast, o PodFalar, Galvão, Galvão Bueno, que estimava grande proximidade com o piloto, lembrou que o piloto estava relutante, inicialmente, em aceitar o convite para iniciar o jogo em Paris. "Ele não queria ir porque era o país do Alain Prost, mas foi ovacionado", recordou.

    À época, Senna buscava o tetracampeonato mundial, na Fórmula 1, assim como a seleção brasileira. "No momento, acho que a seleção está com mais chances do que a Fórmula 1", brincou Senna, entrevistado no intervalo da partida, que terminaria em um 0 a 0 chocho. "Vocês aceleram de lá, e eu acelero daqui", afirmou o piloto à comissão e aos jogadores brasileiros, antes da bola rolar.

    Assim, quando a seleção enfim conquistou o tetra, mais tarde naquele ano, Senna obviamente foi lembrado. A seleção, no Rose Bowl, na Califórnia, carregou uma mensagem que transmitia aquilo que um país inteiro queria falar: "Senna, aceleramos juntos, o tetra é nosso!"

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