Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
FBL-WC-2026-KSA-PRESSERAFP
Traduzido por

Donis responde às críticas: “Não tenho uma varinha mágica... e Cabo Verde é a surpresa da Copa do Mundo”

O grego Georgios Donis, técnico da seleção saudita, respondeu às críticas que recebeu após a derrota para a Espanha na Copa do Mundo, enfatizando a dificuldade do próximo confronto contra Cabo Verde.

A seleção saudita enfrenta Cabo Verde na madrugada deste sábado, no estádio “NRG”, na cidade de Houston, nos Estados Unidos, pela terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.

  • A surpresa de Cabo Verde

    Donis disse, em declarações durante a coletiva de imprensa da partida, divulgadas pelo jornal saudita “Al-Sharq Al-Awsat”: “Após o último confronto contra a Espanha, tentamos aproveitar os treinos para nos prepararmos para a partida de amanhã”.

    Ele acrescentou: “Colocamos confiança e responsabilidade, e, o mais importante, estabilidade mental. A maior parte dos preparativos foi boa, e temos uma boa equipe”.

    E continuou: “A seleção de Cabo Verde é uma das surpresas da Copa do Mundo, uma equipe habilidosa e em ótima forma física. O que mais me surpreendeu contra a Espanha e o Uruguai foi o bloqueio defensivo e as defesas”.

    E continuou: “Além disso, representou um grande perigo nos contra-ataques. Enfrentaremos uma equipe difícil, mas acredito na minha equipe e esperamos que ela demonstre confiança”.

  • A coragem da Espanha

    Por outro lado, o técnico grego falou sobre o motivo da derrota para a Espanha, afirmando: “No futebol, é importante ser realista. Quando sou técnico da equipe, nos preparamos há um mês com o objetivo de melhorar o time de forma coletiva, para que possamos deixar uma marca forte no confronto contra Cabo Verde”.

    E continuou: “Deixamos isso bem claro para os jogadores. No primeiro jogo, a atitude foi boa, mas talvez não tenhamos tido coragem suficiente contra a Espanha. O que a equipe demonstrou foi uma melhora consistente e regular”.

    E acrescentou: “Sabemos qual é o nosso objetivo e o nosso plano, e demonstramos isso nos jogos preparatórios e no confronto contra o Uruguai. E, de acordo com esse plano, vamos trabalhar amanhã”.

    E prosseguiu: “No que diz respeito aos jogos preparatórios e aos dois jogos da Copa do Mundo, a pressão foi grande e tínhamos um plano ao qual nos comprometemos no primeiro e no segundo terços do campo; conseguimos isso contra o Uruguai”.

    E acrescentou: “Os jogadores precisam se adaptar com responsabilidade e muita confiança; arriscamos quando o adversário nos pressiona e construímos o ataque da maneira correta. Ter um bom finalização é um dos nossos objetivos, e vamos trabalhar nisso amanhã”.

    E continuou: “Eu aprendo a cada vez. Quando penso no confronto contra a Espanha, lembro-me de muitos jogos em que jogamos com cinco jogadores na defesa, e o que nos faltou foi coragem”.

  • Realismo e consistência da composição

    Sobre a mudança na forma de jogar contra a Espanha, Donis disse: “Sou um técnico que quer que sua equipe jogue de maneira estável e consistente; das cinco partidas, disputamos quatro com um único esquema, e essa é a minha maneira de pensar”.

    E acrescentou: “Podemos estar cansados ou ter lesões, além da análise do time adversário, e não posso dar mais detalhes”.

    E acrescentou: “Não vamos esquecer o que aconteceu; jogamos outras quatro partidas além da contra a Espanha, e amanhã tentaremos dominar o jogo e assumir os riscos necessários com toda a cautela, pois conhecemos o time adversário”.

    E continuou: “Queremos tomar medidas que garantam o resultado necessário; estou confiante de que vamos demonstrar muita coragem. Quanto ao que aconteceu contra a Espanha, o desempenho foi diferente do confronto contra o Uruguai”.

    E continuou: “Cabo Verde é habilidoso na defesa e, com jogadas simples, conseguiu marcar dois gols. Na Copa do Mundo, o nível é alto e os adversários são fortes; não pouparemos esforços, impomos nosso ritmo e esperamos ter sorte”.

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga a GOAL no Google
  • A Copa do Mundo e a etapa asiática

    Donis também foi questionado se a Copa do Mundo seria apenas uma etapa preparatória para a Copa das Nações da Ásia e a Copa do Golfo Árabe, especialmente considerando que ele vem falando constantemente sobre essas duas competições durante a Copa do Mundo.

    O técnico grego respondeu: “Quando respondo às perguntas, procuro ser o mais sincero possível; não quero dizer nada que seja contrário à verdade”.

    Ele explicou: “Se perguntássemos a vocês há dois meses quais eram as expectativas em relação à participação na Copa do Mundo, vocês diriam que queríamos nos classificar e chegar o mais longe possível, mas a verdade é que não dá para apertar um botão e mudar a forma de jogar em questão de semanas”.

    E acrescentou: “Precisamos ter a mentalidade e o tempo necessários para mudar a equipe. Nos jogos preparatórios, jogamos com tranquilidade porque não sentimos pressão, ao contrário dos grandes jogos, pois isso exige experiência”.

    E continuou: “No jogo contra o Uruguai, não queríamos perder e conquistamos um ponto; contra a Espanha, tentamos nos defender, mas não conseguimos. Os resultados são importantes, e o técnico é quem assume a responsabilidade”.

    E explicou: “Vamos jogar com a mesma filosofia que adotamos; precisamos jogar com uma mentalidade forte e seguir o mesmo plano que treinamos. Estamos muito concentrados no jogo de amanhã, porque queremos fazer a torcida feliz”.

    E acrescentou: “Desde que assumi o cargo, um mês antes da Copa do Mundo, me apressei em construir algo antes do torneio; por outro lado, há os adversários que vamos enfrentar”.

    E completou: “Como sou realista, ao calcular os pontos que podemos conquistar, não pensei que seria fácil somar pontos contra a Espanha”.

  • O sentimento de frustração e a missão de Cabo Verde

    Donis também falou sobre o sentimento de frustração dos jogadores após a derrota para a Espanha e sobre como os preparou para o jogo decisivo contra Cabo Verde.

    Donis disse a esse respeito: “Às vezes, há partidas em que não é preciso se esforçar tanto na preparação mental, pois a consciência dos jogadores sobre a importância delas é algo que nem precisa ser mencionado”.

    Ele explicou: “Como nosso grupo é forte e conta com seleções de alto nível, e como temos bons jogadores, todos querem contribuir para dar o melhor de si. Os jogadores precisam se sentir seguros, e isso é garantido pelo técnico, pelo plano de jogo e pelos preparativos”.

    E completou: “A importância desse confronto não deve se refletir em nervosismo, mas sim em estarem preparados para todas as situações durante a partida”.

    Quanto ao seu suposto sentimento de frustração, ele respondeu: “Vocês não me veem todos os dias durante os treinos. Sou exatamente o oposto do que dizem; muitas vezes estou animado e, às vezes, fico preocupado por querer estabelecer a melhor forma de trabalhar nos treinos”.

    E continuou: “Estou convencido de que conseguiremos formar um time forte. Pode-se pensar que o técnico tem uma varinha mágica, mas este mês, desde que assumi o cargo, tem sido o mais difícil da minha carreira profissional, pois tentei adotar muitas táticas”.

    E concluiu: “Realizamos várias reuniões e sessões de treinamento, e a cada dia fico mais satisfeito. Amanhã precisamos dar o nosso melhor com nossa mentalidade, nosso pensamento e nossa personalidade; as partidas são vencidas graças à estabilidade”.