Mesmo antes de Grécia e Holanda começarem de fato seu duelo pela Liga das Nações, o público em Tessalônica já causava muita irritação entre os telespectadores holandeses. Isso porque o hino nacional dos Países Baixos foi acompanhado por vaias em massa vindas das arquibancadas gregas no Estádio Toumba.
Nas redes sociais, houve reação imediata de indignação à recepção da seleção holandesa. “Nunca mais iogurte grego para mim. Essas vaias infantis durante o nosso hino”, escreveu Helen no X.
Kim também demonstra pouca compreensão pela atitude dos torcedores gregos. “Vaiar durante um hino nacional é desrespeitoso. Por enquanto, nada de tzatziki por aqui”, diz a mensagem. Outro telespectador se perguntou, surpreso: “Por que esses gregos estão vaiando durante o hino nacional dos Países Baixos?”
As críticas não param por aí. Um telespectador chamou de “escandalosas” as vaias durante o hino holandês. Outro também se mostrou visivelmente incomodado com o comportamento vindo das arquibancadas: “Os gregos estão vaiando o nosso lindo hino.”
Aliás, o fato de um clima tenso surgir em Tessalônica não foi exatamente uma surpresa. Mais de cem mil gregos tentaram conseguir um ingresso nesta semana para o encontro com a Holanda, enquanto, no fim das contas, cerca de 29 mil fanáticos torcedores da casa puderam estar presentes.
Para a Holanda, esportivamente, também havia muito em jogo. A seleção holandesa iniciou a nova era sob o comando do técnico Xavi com um empate contra a Alemanha e uma vitória sobre a Sérvia, e começou a terceira rodada na segunda colocação do grupo, com quatro pontos.
A Grécia, por sua vez, teve um início perfeito e somou seis pontos nos dois primeiros jogos. Em Tessalônica, Xavi escolheu, entre outros, Guus Til no meio-campo, enquanto Jurriën e Quinten Timber apareceram juntos pela primeira vez entre os titulares da seleção holandesa.
Virgil van Dijk também vive uma noite especial na Grécia, já que o capitão iniciou sua 99ª partida pela seleção.





