Opinião
O Real Madrid defenderá a coroa tanto na La Liga como na Champions League. O time Merengue demonstrou sua força e superioridade na temporada passada, mas isso não evita que o plantel de Zidane tenha certas limitações, mesmo quando deveriar melhor o suficiente para assegurar o sucesso novamente no torneio nacional.
Na Goal analizamos quais poderiam ser os três pontos a melhorar:
O buraco no ataque
A saída de um atacante de conficança como Álvaro Morata evidencia a falta de recursos no ataque madridista. Karim BEnzema é títular, um ponta atípico e genial que se move com facilidade no campo para deixar espaços para seus companheiros, mas está faltando um grande goleador e é o que se acusa em ocasiões no campo. Borja Mayoral e Cristiano Ronaldo, em uma mudança do lado para o meio, seriam as alternativas.
Getty
(Foto: Getty Images)
Mayoral tem um excelente futuro à frente e Cristino Ronaldo uma excelente pegada, o que significaria uma mudança no esquema para adequar o camisa 7. Ambos são duas opções, talvez algo leve para um time campeão de primeiro nível.
As dúvidas no gol
Navas fez uma ótima pré-temporada e um teve um notável início de curso, que reforça bem o papel exercido na última parte da liga, mas não devemos esquecer que o goleiro, já com 30 anos, também sofreu uma crise de insegurança que poderia ter custado caro ao Real Madrid, evidenciando as fraquezas do jogador.
Getty Images
(Foto: Getty Images)
Kiko Casilla é o reserva de Navas. Suas boas atuações no Espanyol não tiveram continuidade no Santiago Bernabéu, onde ele está condenado a viver na sombra de Navas.
A lateral-direta
Dani Carvajal vem se tornando pouco a pouco o títular e dono do lado direito, se não um dos melhores jogadores dessa posição no mundo. O problema que o Madrid tem, por mais um ano, são os substitutos para os laterais. A contratação de Theo e a polivalência de Nacho apontam a solução desse problema pelo lado esquerda. Na direita, no entanto, o substitulo é a promessa Achraf. O jogador tem muito futuro, mas é preciso dá-lo tempo e pode ser que a responsabilidade seja muito grande se Carvajal tiver que ficar fora.
Getty Images
(Fotos: Getty Images)
Essas três incógnitas, juntamente com o esgotamento físico por outra temporada intensa ou a própria suficiência que se dá nos jogos em certos momentos, apontam ser as principais dores de cabeça de Zidane para 2017-18.
VEJA TAMBÉM:
Real Madrid se aproxima de marca histórica do Santos, mas Pelé segue superior a Cristiano Ronaldo
"Milan merece estar no topo", diz Kaká sobre novo elenco Rossoneri
Paulinho não atrai venda de camisas no Camp Nou





