Em 2016, poucos dias antes do duelo entre Chapecoense e Atlético-MG, aconteceu a maior tragédia da história do futebol brasileiro. Praticamente toda delegação do time catarinense morreu em um acidente aéreo na Colômbia. Isso gerou grande luto e WO duplo naquela partida do Campeonato Brasileiro. Quase sete meses depois, as equipes vão se enfrentar na competição, neste domingo (25).
Atual presidente da Chapecoense, Plínio de Nês Filho, lembra daquele momento: "nós não tínhamos absolutamente nenhuma condição de realizar a partida. Era uma comoção muito grande pelo acidente, não fazia sentido acontecer o jogo com o Atlético-MG", afirmou, elogiando o Galo por também ter desistido da partida.
Na época o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, queria transformar o jogo em uma grande festa, com jogadores sub-23 da Chapecoense em campo. Plínio entende que não era possível: "não tínhamos condições de entrar em campo nem com Sub-23, era uma dor muito forte ainda aqui em Chapecó".
Mas aos poucos a Chapecoense tem superado esse luto, de acordo com o presidente. "Amanhã (25) é um jogo diferente. Nós precisamos dar uma resposta em campo no Brasileiro, e o Atlético também. Agora a história é outra".
Nenhum dos times está em boa fase no Brasileirão. A Chapecoense é a 10ª colocada e vem de duas derrotas consecutivas. O Atlético-MG está na beira da zona de rebaixamento, em 16º.





