O Santos recebeu uma notícia nada agradável no início desta semana com a constatação da lesão de ligamento do joelho direito de Vitor Bueno, que voltará aos gramados apenas em 2018. O jogador havia perdido espaço entre os titulares do Peixe, mas vinha sendo a primeira opção de Levir Culpi para o meio, quando o time não estava podendo contar com Lucas Lima.
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Pelo lado do ataque do Peixe, Vitor Bueno perdeu espaço com a chegada de Levir Culpi. O treinador até chegou a das oportunidades para o jogador, mas começou a sacá-lo logo após os intervalos e, com o passar do tempo, mandou o meia para o banco.

(Foto: HEULER ANDREY/AFP/Getty)

Neste sentido, é possível dizer que o Santos não sentirá muito a falta de Bueno. Ele, ainda quando o time era treinado por Dorival Júnior, já vinha tendo sua titularidade contestada. Bruno Henrique e Copete, que ficou com a vaga do companheiro, tem se destacado com suas atuações pelas beiradas, com assistências e gols. Bruno Henrique, por sinal, já tem cinco passes no Brasileirão e mais um pela Libertadores, dividindo a função com Lucas Lima. Além de Copete, que tomou conta da posição por suas investidas no ataque, mas também pela entrega na marcação.
Confira os números de Bruno Henrique pelo Peixe:
Já quando se trata do quesito armação, aí sim Levir Culpi terá de pensar bem. O Peixe tem sua situação com Lucas Lima indefinida, já que o jogador ainda não se decidiu se renova com o time, além da própria equipe não ter uma peça de reposição, caso o camisa 10 seja suspenso ou se lesione, já que Hernández, Rafael Longuine e Jean Mota foram testados, mas não corresponderam. Vitor Bueno, então, vinha fazendo essa desempenhando essa função e, após o triunfo contra o Vitória por 2 a 0, no Barradão, chegou a dizer que onde mais gostava de atuar era mesmo pelo meio.
A chegada de Nilmar pode contribuir também como solução enquanto Bueno estará fora. Mas não na armação, e sim na velocidade pelos lados, além da qualidade nas definições. O atacante chega para suprir uma carência que o Peixe já tinha, e que ficou ainda maior com a perda de Vitor Bueno.





