Quando dois times do tamanho de Palmeiras e São Paulo se enfrentam, é normal que aconteçam reencontros entre jogadores. Mas nem sempre todos são agradáveis. No clássico deste domingo (27), pelo Campeonato Brasileiro, alguns antigos companheiros vão se encontrar de forma amigável, mas também existem alguns reencontros polêmicos.
O mais garantido será entre Jean e Hernanes, que jogaram juntos no São Paulo. Quando o "Profeta" saiu para Europa, foi o atual palmeirense que assumiu o lugar dele no meio-campo tricolor. E eles sempre mantiveram contato.
Jean brincou sobre isso nesta sexta-feira (25): "o Hernanes é um grande amigo. Desde quando ele chegou eu já percebi que tinha essa chance de jogar contra. Nessa semana, a gente se encontrou sem querer na segunda ou na terça. Mas não falamos muito do jogo. Agora, desde quarta-feira nem por Whatsapp eu vou falar mais. Só segunda-feira mesmo", afirmou o lateral, entre risadas.
Outros ex-companheiros que vão se reencontrar são Sidão e Tchê Tchê. Eles fizeram parte do Audax que surpreendeu no Campeonato Paulista de 2016. E entre todos jogadores daquela equipe, são uns dos poucos que tiveram algum destaque em times grandes - Camacho, reserva no Corinthians, pode ser incluído.
Mas os reencontros do clássico não são 100% amigáveis. Michel Bastos, por exemplo, saiu de forma bastante conturbada do São Paulo. Teve discussão com a torcida e boatos sobre problemas com o grupo. Agora tenta se firmar na lateral esquerda do Palmeiras.
Getty ImagesQuando estava em crise com a torcida, Michel respondeu em comemorações (Foto: Friedemann Vogel/Getty Images)
Já Guerra e Borja, que talvez nem sejam titulares contra o São Paulo, vão enfrentar o time que eliminaram na Copa Libertadores de 2016, quando defendiam o Atlético Nacional-COL. Portanto não é um reencontro agradável para o time tricolor.
Mas também pode ser que o Verdão não goste de reencontrar dois jogadores: Petros e Lucas Pratto já estiveram na mira do diretor de futebol Alexandre Mattos recentemente. O volante custava mais que Bruno Henrique, então foi descartado. Depois o São Paulo resolveu investir nele. Já no caso do atacante argentino o que pesou mais foi a vontade do Atlético-MG, que preferiu negociá-lo com um clube que não ia disputar a Copa Libertadores.





