O Palmeiras disputou 40 partidas até aqui em 2022, e se a torcida pode comemorar a fase excelente do clube, líder do Brasileirão e vivo na Libertadores e Copa do Brasil, um fator preocupa – a maratona intensa de jogos e pouco descanso.
Até aqui, em 75% das ocasiões (31 dos 40 jogos), o clube paulista não teve o descanso mínimo recomendado pela FIFA. Segundo as regras da entidade, é adequado que os clubes só voltem a campo 66 horas depois do fim da sua última partida.
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No caso da maioria esmagadora das partidas disputadas pelo Alviverde em 2022, o prazo não passou de 48 horas, dois dias completos. O duelo da última quinta, contra o São Paulo, pela Copa do Brasil, foi o quinto em que o Palmeiras não teve o prazo adequado para descansar.
A jornada intensa é alvo constante do treinador português Abel Ferreira e sua comissão, que se queixam da organização da CBF e da CONMEBOL. "Nós sempre falamos nas reuniões que temos na CBF, lutamos muito para isso, que queremos no mínimo 72 horas de descanso entre cada jogo. Quando conseguimos isso, são 24 horas que fazem a diferença", disse o também português João Martins, que dirigiu o Verdão nos últimos dois duelos.
Segundo conta do UOL Esporte, em 24 de julho, quando o Verdão tiver encerrado todas as suas partidas na primeira fase do Brasileirão, o clube terá jogado 80,4% das partidas sem o descanso recomendado pela FIFA.





