Miguel Ángel Gil Marín, diretor-executivo do Atlético de Madrid, reafirmou que seu clube quer manter o argentino Julián Álvarez, ressaltando que a equipe precisa dos serviços de seu atacante para seguir competindo entre os grandes da Europa.
Gil Marín voltou a enfatizar que Julián Álvarez não está à venda, apesar do crescente burburinho sobre o desejo do Barcelona de contratá-lo, afirmando que a posição do Atlético de Madrid não mudou com a aproximação do fim da janela de transferências.
Em declarações à agência de notícias espanhola, Gil Marín afirmou: "O Atlético de Madrid, como todos os grandes clubes, é construído com grandes jogadores, e tenho certeza de que Julián é um deles, além de ser um grande profissional. Devemos competir com nossos valores, com os filhos do clube e com os melhores jogadores de fora que pudermos contratar".
E acrescentou: "Vamos ajudar Julián e continuaremos cuidando dele para que possa nos oferecer todo o seu potencial, porque precisamos dele para seguir competindo entre os grandes da Europa".
Gil Marín referiu-se ao alvoroço em torno do jogador, dizendo: "Devemos compreender que Julián não teve por perto os melhores conselheiros sobre sua carreira profissional durante os últimos meses".
Ele seguiu reafirmando a posição do Atlético de Madrid: "O clube não permitirá que outros clubes e os meios de comunicação próximos a eles decidam o que devemos fazer, nem definam nossa estratégia esportiva, nem nos ofendam".
E prosseguiu: "É exatamente isso que eles buscam: nos dividir. É óbvio que não temos a mesma força que eles têm, mas temos nossos valores. A torcida do Atlético de Madrid não permitirá que nos manchem. O Atlético de Madrid é forte quando estamos todos unidos".
Vale lembrar que se passaram exatamente 60 dias desde que o jogador argentino manifestou seu desejo de deixar a equipe madrilenha após a partida entre Argentina e Áustria na Copa do Mundo.
O jogador disse na ocasião: "O melhor para todos é a transferência, quero realizar meu sonho", revelando aquilo sobre o que havia evitado falar até então, ou seja, que esse sonho consiste na transferência para o Barcelona.
Desde então, não houve nenhuma novidade além da recusa do Atlético de Madrid, que negou qualquer possibilidade de saída do jogador argentino, com exceção de um único caso: o pagamento do valor da multa rescisória prevista em seu contrato, de 500 milhões.
O diretor-executivo do Atlético de Madrid voltou mais uma vez a reafirmar essa posição.
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