Depois de revelar que Lionel Messi quase foi para o Manchester City no ano passado, o jornal Mundo Deportivo publicou mais detalhes sobre essa história. O diário explicou o que foi decisivo para mantê-lo no Barcelona.
Messi estava incomodado por dois fatores: o erro na cobrança de pênalti na final da Copa América e principalmente os problemas com a Justiça espanhola. Por isso ele quis ir para o City. Mas a postura do Barcelona, segundo o jornal, foi determinante: o clube não quis vendê-lo de forma alguma, nem pelos 150 milhões de euros oferecidos pelo time inglês. Seria necessário pagar 250 milhões, valor da multa rescisória do contrato.
No dia 18 de julho, o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, tentou viajar para os Estados Unidos, onde encontrou o pai de Messi, Jorge, que cuida da carreira do filho. Não houve uma conversa muito produtiva, mas serviu para mostrar como havia interesse do Barça em renovar o contrato com Messi.
No dia 19, Bartomeu chegou a se reunir com o técnico Luis Enrique para informar tudo que estava acontecendo. Eles acreditavam que Messi podia sair, apesar do Barça insistir que não ia vendê-lo.
Porém, entrou em cena o principal responsável por manter Messi no clube: Luis Suárez estava preocupado com a saída dov argentino e se reuniu por dois dias seguidos com ele. Conseguiu convencê-lo a antecipar o fim das férias. E foi assim, com a bola nos pés e os companheiros de sempre ao redor, Messi tomou a decisão de ficar e futuramente renovar o contrato até 2021.



