
Classificado para as oitavas de final, o Uruguai pela primeira vez conseguiu três vitórias na fase de grupos de uma Copa do Mundo. A boa fase anima o torcedor da Celeste que já sonha com o título, mesmo com Tabárez pregando cautela e dizendo que ainda existem problemas a serem corrigidos.
Os atacantes Suárez e Cavani são os principais nomes do ataque da Celeste e o foco de toda a imprensa, algo que é considerado normal já que ambos são goleadores e estão acostumados a decidir partidas.
No entanto, assim como é importante balançar a rede do adversário também é essencial não levar gols e o Uruguai também tem uma dupla que já saem em vantagem por serem companheiros de clube e de seleção há um bom tempo.
Godín e Giménez compõe a muralha Celeste e já mostraram a sua força neste começo de Copa do Mundo, afinal, o Uruguai é a única equipe que ainda não levou gol na Copa da Rússia.
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Entrosados por atuarem juntos no Atlético de Madrid, sob o comando de Diego Simeone, os zagueiros fazem um par perfeito de experiência e juventude, mostrando um equilíbrio importante para a defesa.
Diego Godín já conta com três Copas do Mundo no currículo. Aos 31 anos, o zagueiro é a terceira referência da equipe atrás apenas da dupla de ataque. Além disso é considerado um dos melhores jogadores da sua posição, intocável no Atlético de Madrid.
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Ao seu lado o jovem José Maria Giménez de apenas 23 anos. No currículo tem um vice-campeonato Mundial sub-20, em 2013. Forte e técnico é pretendido por grandes equipes como Real Madrid e Juventus.
Grandes cabeceadores, ambos dão uma tranquilidade defensiva para o Uruguai e uma força ofensiva a mais já que estão acostumados a balançar as redes nas bolas paradas. Além da qualidade pelo alto, Godín e Giménez são bons no mano a mano, porque sabem se posicionar no jogo de corpo e também têm um bom timing para fazer antecipações.





