As casas de apostas foram chegando aos poucos, e hoje já caíram totalmente no gosto dos brasileiros. São diversas empresas que disputam os clientes, atraindo os mesmos com promoções, inovações e claro, os embaixadores que representam suas marcas.
São tantas opções boas que talvez seja necessário uma ajudinha, então você pode conferir os melhores sites no Wetten.com, que conta com conteúdos relacionados a apostas esportivas, auxiliando e muito a conhecer este mercado.
Com as casas de apostas no país, o mercado do esporte é fortalecido, já que as empresas buscam ações de marketing e patrocínios com diversas equipes, investindo pesado e gerando receita. Com os valores arrecadados, os clubes podem trazer jogadores ou manter atletas, preservando e até mesmo aumentando o nível de competitividade entre as equipes.
Um exemplo é o futebol, que hoje conta com nomes como Daniel Alves, Hulk e Douglas Costa, jogadores renomados mundialmente, e que defendem equipes brasileiras na atualidade.
E por falar em futebol, é justamente na modalidade que as casas de apostas mais investem, buscando ex-jogadores para serem parceiros e assim possam atrair cada vez mais o interesse do público.
Casas de apostas e suas parcerias com ex-jogadores
Como citamos, diversas casas de apostas investem pesado no marketing, e, para isso, buscam parcerias com ex-jogadores. A estratégia é encontrar nomes de peso, que tenham carisma junto ao público e, dessa forma, conseguindo melhorar sua imagem para a audiência em geral.
São diversos ex-atletas do futebol ligados atualmente em empresas, inclusive pentacampeões mundiais, geração marcada pelo bom futebol em campo e a famosa “resenha” fora dele, favorecendo para que tenham ótima aceitação do público.
Betfair
No primeiro exemplo, podemos citar a parceria de Rivaldo com a Betfair. Renomado no mundo todo, o ex-jogador tem passagens marcantes por diversas equipes, seleção brasileira, com muitos títulos conquistados – o maior dele, talvez o Penta da Copa do Mundo, em 1992 – e um prêmio de melhor jogador do mundo. Com ele, a Betfair, que patrocina também a Copa Libertadores, consegue uma boa exposição, focando em divulgação principalmente nas redes sociais, que é o forte dos dias atuais.
Rivalo
A Rivalo é outra empresa que aposta em um ex-jogador renomado mundialmente. Cafu, bicampeão do Mundo com o Brasil e o capitão do penta no Japão, fechou com a empresa com o intuito de trazer mais notabilidade à mesma junto ao público brasileiro.
Sportingbet.io
A casa de apostas Sportingbet.io também apostou em um ex-jogador pentacampeão mundial, o agora comentarista Denílson. Com ele, a empresa faz diversas ações na internet e também na televisão, inclusive fechando um patrocínio máster com o São Paulo, clube que revelou o ex-atacante.
LeoVegas
A LeoVegas não apostou em um pentacampeão, mas também seguiu na linha dos ex-jogadores. A empresa optou por Léo Moura para ser o embaixador da casa de apostas, atleta com passagens por diversas equipes do futebol brasileiro, e que vem contribuindo para a visibilidade da empresa.
Netbet
Ex-jogador da seleção brasileira, Bayern de Munique e outras grandes equipes do futebol mundial, Zé Roberto é o embaixador da NetBet. Ele conta com muitos fãs no Brasil e na Alemanha, o que favorece para que a empresa ganhe espaço nos dois mercados.
Empresas vivem a expectativa das regulamentações brasileiras
Diferentemente de outros países, o Brasil ainda não tem as suas próprias regulamentações para o mercado das apostas esportivas e, portanto, não é possível que uma empresa se estabeleça com uma filial própria por aqui. Porém, já é possível apostar normalmente, já que existe um projeto aprovado pelo Governo Federal que possibilita que apostadores usem empresas online, com regulamentações e licenças ativas em outra região.
Para apostar no Brasil, basta ter 18 anos de idade e criar uma conta em uma das casas de apostas legalizadas em outro país. Ainda assim, quem acaba perdendo com a situação atual das apostas são os próprios brasileiros, e, quando falamos disso, se fala da população em geral.
Com regulamentações ativas, empresas poderiam se interessar em abrir sedes no Brasil, criando empregos e pagando impostos para o Governo Federal, gerando receita para o país. O valor arrecadado poderia ser investido em fundos sociais, como já acontece com a loteria. E os valores não são baixos.
Além disso, as empresas poderiam se interessar ainda mais por clubes e esportes no país, aumentando cada vez mais o seu investimento e favorecendo o crescimento do esporte como um todo.
No momento, todos aguardam um desfecho positivo em breve para a regulamentação das apostas esportivas no Brasil. Enquanto isso, porém, as marcas seguem investindo pesado em ações com ex-jogadores, uma vez que esse é um caminho comprovado para conseguir notabilidade no país.

