Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
Esta página tem links afiliados. Quando você compra um serviço ou um produto por meio desses links, nós podemos ganhar uma comissão.
GFX Ronaldinho Beckham Barceona Real MadridGetty/Goal composite

Beckham, Ronaldinho e o erro do Real que mudou a história do Barcelona

Futebol Grátis
Caze TV

CazéTV

✅ Possui o pacote principal de direitos da LaLiga no Brasil até 2032, garantindo transmissões ao vivo de todos os grandes jogos, incluindo o El Clásico entre Real Madrid e Barcelona.

✅ Não exige operadora de TV ou assinatura de streaming; basta abrir o aplicativo do YouTube em qualquer Smart TV, celular, tablet ou console de videogame.

✅ Complementa a transmissão ao vivo com uma forte presença nas redes sociais, oferecendo resumos, cortes e interações diretas com os torcedores brasileiros.


Preço inicialR$ 0,00 por mês
Alternativa Linear
SportyNet Logo

SportyNet

✅ Através de um sublicenciamento, transmite dois jogos ao vivo por rodada (totalizando 76 partidas na temporada), cobrindo times como Atlético de Madrid, Sevilla e Villarreal.

✅ Garante que o público tradicional ainda possa sintonizar o campeonato espanhol diretamente pelo decodificador linear da sua operadora.

✅ Além do canal de TV fechada, disponibiliza as partidas simultaneamente de forma gratuita no YouTube e em seu próprio aplicativo de streaming.


Preço inicialR$ 0,00
Header Tauan Ambrosio

Em abril de 2003 Manchester United e Real Madrid fizeram um jogo histórico dentro de Old Trafford. Antes de a bola ser rolada, David Beckham era apenas sorrisos com alguns dos nomes mais famosos do time adversário. O inglês faria os últimos dois gols na vitória por 4 a 3, que de nada adiantou para fazer os Red Devils avançarem naquela noite em que o estádio ovacionou Ronaldo, o Fenômeno, autor de um hat-trick que levou os merengues até a semifinal da Champions League.

Meses depois, em meio à sua campanha eleitoral, Joan Laporta prometeu: Beckham vestiria a camisa do Barça. Durante reunião, o seu vice, Sandro Rosell, conduziu uma apresentação em PowerPoint mostrando que o meia do United seria ideal não apenas dentro de campo, mas também na questão envolvendo marketing e suas adjacências. Após brigas com o técnico Alex Ferguson, David estava decidido a deixar o clube que o revelou. E decidido, também, que vestiria o chamado ‘uniforme branco imaculado’.

Nada de Barcelona.

Seguindo a tradição iniciada a partir da contratação de Luis Figo, em 2000, o Real Madrid apresentou a sua estrela Galáctica para aquela temporada 2003-04. Era um craque por ano. Depois das chegadas de Zidane (2001) e Ronaldo (2002), o nome de Beckham atraiu holofotes e um glamour ainda maior para aquele esquadrão madridista. Nos corredores do Bernabéu, dirigentes já pensavam na contratação estelar para 2004-05: Ronaldinho Gaúcho . O então meia do Paris Saint-Germain, campeão do mundo em 2002 pelo Brasil, teria que esperar 12 meses. Além disso, de acordo com relato presente no livro “Fear and Loathing in La Liga”, a chegada do brasileiro gerava certa resistência por causa de sua aparência física – aquele jeito moleque, caricato por causa do cabelo e arcada dentária, que contrastava com o ar cinematográfico dos Galácticos. Que erro!

Nada de Real Madrid.

Sem Beckham, a direção barcelonista foi rápida no gatilho. Especialmente pelo fato de que o brasileiro estava a detalhes do Manchester United, justamente para a lacuna deixada pelo inglês.O clube catalão pagou inicialmente os cerca de 25 milhões de euros pedidos pelo PSG e, ainda que talvez nem soubesse, mudaria o eixo na história do ‘El Clásico’ com o seu arquirrival. Eleito, Laporta contratou o holandês Frank Rijkaard para comandar o time, na tentativa de resgatar um pouco da ligação catalã com o tipo de futebol apresentado décadas antes por Johan Cruyff. E, tendo em Ronaldinho Gaúcho o grande protagonista, foi exatamente o que acabou acontecendo. O primeiro ano não terminou com títulos, mas os catalães finalizaram a Liga Espanhola na frente do Real Madrid.

GFX Ronaldinho Beckham Barcelona Real MadridTauan Ambrosio/Goal Brasil
(Arte: Goal Brasil)

A vitória do Barcelona no primeiro clássico da temporada 2004-05, quando Ronaldinho recebeu os reforços de Eto’o e Deco, deu a impressão de que do outro lado a era dos Galácticos havia chegado ao fim. A manchete do jornal Marca no dia seguinte não poderia ter acertado mais em sua previsão: “O início do fim”, descreveu. A vitória madridista por 4 a 2 no final daquela campanha nem chegou a ser tão importante, uma vez que após cinco anos os catalães voltavam a levantar a Liga Espanhola. O golpe final sobre o Real Galáctico (onde Beckham teve sucesso, mas no qual a equipe sentia muito a saída de Makelelé no meio-campo), entretanto, estava marcado para o confronto da temporada seguinte.

Novembro, 19. Samuel Eto’o abriu o placar para o Barça dentro do Santiago Bernabéu. No início do segundo tempo, Ronaldinho pega a bola e dispara pela ponta esquerda. Sergio Ramos e Iván Helguera ficaram para trás antes de o camisa 10 estufar as redes de Casillas, deixando o placar em 2 a 0. O momento histórico chegou pouco menos de 20 minutos depois, quando R10 repetiu a mesma jogada e o Bernabéu rendeu-se ao craque de seu maior rival.

Aplausos e reverência.

Naquele momento, a balança de poder mudava da capital espanhola para a Catalunha. E tudo protagonizado pelo craque de aparência um pouco desengonçada, mas com o futebol dos mais bonitos que o mundo já viu.

Nesta quarta-feira (27), Real Madrid e Barcelona se enfrentam no Santiago Bernabéu em jogo de volta das semifinais da Copa do Rei. Na ida, empate por 1 a 1. Sábado (02) o estádio madridista recebe mais um duelo, desta vez pela Liga Espanhola. Você poderá acompanhar, em tempo real, todas as emoções aqui na Goal Brasil . Se acertar o resultado é difícil, a certeza é de que a torcida da capital espanhola jamais voltará a aplaudir um rival barcelonista.

GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

Siga GOAL no Google