É bem verdade que a França decepcionou os torcedores e críticos na estreia da Copa do Mundo contra a Austrália. Apesar da vitória por 2 a 1, os Bleus não fizeram um bom jogo e foram "detonados" por todos os lados após chegar a Rússia como um dos grandes favoritos ao título. No entanto, o que se viu na sequência foi uma crescente do time.
Contra Peru e Dinamarca, os franceses tiveram uma pequena evolução do primeiro jogo. Mas foi contra a Argentina, nas oitavas de final, que a equipe comandada por Didier Deschamps surpreendeu e correspondeu as expectativas depositadas sobre ela.
Em um grande jogo, com vitória por 4 a 3, o contra-ataque foi letal e os jogadores, apesar de muito jovens - média de 25,5 -, demonstraram maturidade para buscar o placar após sofrerem a virada no início do segundo tempo.
Com a classificação garantida para às quartas de final, a França chegou para o confronto contra o Uruguai com grande confiança. E sem o adversário contar com o seu principal jogador - Edinson Cavani sofreu uma lesão e desfalcou a equipe -, os Bleus não tomaram conhecimento da Celeste em campo nesta sexta-feira (6).

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Eles mantiveram não só o equilíbrio contra os argentinos, como provaram ter solidez. Se nas oitavas de final eles fizeram o gol e recuaram, a ponto de ver a Argentina virar o placar na volta do intervalo, contra os uruguaios apresentaram um jogo equilibrado, com maior volume e domínio dentro de campo.
Sem dúvida, a França é a equipe que mais vem crescendo no Mundial e enche os torcedores de esperança, uma vez que na Euro 2016, quando perderam para Portugal na final, a atuação da equipe foi a mesma: uma verdadeira crescente na competição.
Se os Bleus vão levantar o bi, não sabemos. Mas de fato eles chegam com força e confiança para o confronto contra a Bélgica, na próxima terça-feira (10), às 15h (de Brasília).





