Já se passaram dez dias, e há muito o que destacar desta Copa do Mundo. Primeiro, o lado positivo: não há tantas seleções que pareçam ruins à primeira vista. Turquia e Paraguai? Claro, têm sido um pouco decepcionantes. Argélia? Sim, um pouco abaixo do esperado. Mas todas as outras têm algo de especial (até mesmo a Tunísia, que na verdade é bem fraca, se redimiu ao contratar Hervé Renard).
Isso tem contribuído para um bom torneio até agora. Não há um favorito definitivo. (A maioria dos) jogadores estrela está se destacando. E os países anfitriões já garantiram uma vaga nas oitavas de final ou estão bem próximos disso. Nada de novo aqui, então. Que a diversão continue.
Claro, também há alguns pontos negativos. Os intervalos para hidratação continuam sendo um incômodo (embora não estejam exatamente arruinando o futebol — como afirmou o técnico do Uruguai, Marcelo Bielsa). Também é objetivamente ruim que o Irã não possa passar muito tempo nos Estados Unidos, já que o país está sediando a maior parte do torneio.
De qualquer forma, rolou muita coisa, e os redatores do GOAL analisam tudo em mais uma edição de... The Rondo.

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