Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
Esta página tem links afiliados. Quando você compra um serviço ou um produto por meio desses links, nós podemos ganhar uma comissão.
cm grafica messi argentina 2026 16 9Getty Images
Traduzido por

Messi, a Última Dança: todos os números recordes com a camisa da Argentina

The Last Dance. Lionel Messi diz adeus à seleção argentina aos 39 anos e, com um último amistoso de despedida contra Benin.


Depois de 21 anos, 207 jogos e 125 gols marcados, a Pulce se despede da Selección , que levou de volta a novos patamares, e caminha para encerrar a carreira internacional, embora ainda mantenha em aberto a trajetória nos clubes e com o Inter Miami.


Fecha-se, assim, uma parte fundamental da trajetória de Leo, feita, como é normal, de altos e baixos, coroada pela Copa do Mundo vencida no Qatar em 2022 mas também com a última amargura da final perdida para a Espanha em 2026.



  • Um vínculo indissolúvel, o de Messi com a Argentina, como comprovam todos os seus números recordes. Nunca ninguém havia disputado tantas partidas com a Argentina (207), marcado mais gols (125) ou dado mais assistências (68). Sozinho, ele contribuiu para 193 gols com a seleção, estatísticas que se tornam ainda mais mastodônticas se for feita a conta total, que já aponta mais de 900 gols e 400 assistências.


    Com a Seleção, ele venceu (contribuindo enormemente) o Campeonato Mundial Sub-20, o Ouro Olímpico em 2008, a Copa América em 2021 e em 2024, a Copa dos Campeões CONMEBOL-UEFA em 2022 e, como dito, a Copa do Mundo de 2022, como capitão e melhor jogador do torneio. Inesquecível a final contra a França, contra a qual marcou dois gols e recolocou a taça mais cobiçada em Buenos Aires depois de 36 anos. Ele participou de 6 Copas do Mundo, disputando 34 partidas e 3064 (ambos recordes) e marcando 21 gols, atrás apenas de Mbappé. É dele, por sua vez, o recorde de assistências em Copas do Mundo (12) onde foi nomeado MVP tanto em 2014 quanto em 2022. Messi é o jogador mais jovem (18 anos e 357 dias) e também o mais velho (38 anos e 357 dias) a marcar um gol em uma Copa do Mundo, o único a ter balançado as redes em todas as fases de uma Copa do Mundo (fase de grupos, oitavas, quartas, semifinal e final) e o recordista de gols consecutivos - nove - em partidas oficiais da competição.


    Afinal, de alguém que venceu 8 vezes a Bola de Ouro e 6 a Chuteira de Ouro, é de se esperar isso e outros resultados. Messi é o maior artilheiro de uma seleção sul-americana e o maior goleador da história das Eliminatórias Sul-Americanas (36 gols), além de ser o jogador com mais partidas disputadas pela Argentina.

  • E pensar que tudo tinha começado mal e que tudo poderia ter acabado antes. Em 2005, quando estreou aos 18 anos contra a Hungria, foi expulso depois de poucos segundos. Em 2016, depois, já tinha deixado a seleção, antes de voltar atrás. Dominado pelo peso das expectativas, pela comparação eterna com Maradona e pelas derrotas, Messi tinha dito basta. Fez isso depois da final da Copa América perdida em 2016 por 4 a 2 nos pênaltis para o Chile. Era a terceira final consecutiva que ele e sua Argentina perdiam, depois da Copa do Mundo no Brasil em 2014, contra a Alemanha, e da de 2015, novamente contra a Roja.


    Se Messi voltou a jogar pela Argentina — e finalmente a vencer — o mérito é de Scaloni. Foi ele quem o convenceu, criando para ele um grupo construído ao seu redor e devolvendo-lhe a alegria de jogar com aqueles que antes o viam como um ídolo e depois acabaram jogando ao seu lado. Cinco anos depois da despedida, o triunfo. A Copa América de 2021 abriu uma nova etapa de sua trajetória com a Argentina, bem diferente da anterior. O primeiro título continental, a Finalíssima, a Copa do Mundo e outra Copa América. Uma caminhada impressionante que só parou diante da Espanha na final de Nova York e do tempo, incessante, que passa.


    “É o momento certo”, tinha dito Messi em sua carta de despedida. Mas, para os apaixonados por futebol, nunca será o momento certo de deixá-lo realmente ir embora.

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga a GOAL no Google