Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
Esta página tem links afiliados. Quando você compra um serviço ou um produto por meio desses links, nós podemos ganhar uma comissão.
مورينيو وفليك وسيميوني kooora
Traduzido por

Fermín López destrói as muralhas do Atlético de Madrid na noite do "falso Mourinho"

Futebol Grátis
Caze TV

CazéTV

✅ Possui o pacote principal de direitos da LaLiga no Brasil até 2032, garantindo transmissões ao vivo de todos os grandes jogos, incluindo o El Clásico entre Real Madrid e Barcelona.

✅ Não exige operadora de TV ou assinatura de streaming; basta abrir o aplicativo do YouTube em qualquer Smart TV, celular, tablet ou console de videogame.

✅ Complementa a transmissão ao vivo com uma forte presença nas redes sociais, oferecendo resumos, cortes e interações diretas com os torcedores brasileiros.


Preço inicialR$ 0,00 por mês
Alternativa Linear
SportyNet Logo

SportyNet

✅ Através de um sublicenciamento, transmite dois jogos ao vivo por rodada (totalizando 76 partidas na temporada), cobrindo times como Atlético de Madrid, Sevilla e Villarreal.

✅ Garante que o público tradicional ainda possa sintonizar o campeonato espanhol diretamente pelo decodificador linear da sua operadora.

✅ Além do canal de TV fechada, disponibiliza as partidas simultaneamente de forma gratuita no YouTube e em seu próprio aplicativo de streaming.


Preço inicialR$ 0,00

O Barcelona conquistou uma vitória difícil no reduto do Atlético de Madrid, ao vencer por 2 a 1, em partida que reuniu as duas equipes na noite de domingo, pela 12ª rodada do Campeonato Espanhol, um jogo que teve diversos momentos técnicos e táticos de destaque.

Não há dúvida de que a partida reuniu dois dos melhores treinadores do mundo: o argentino Diego Simeone, do Atlético de Madrid, e o alemão Hansi Flick, técnico do Barcelona.

Flick entrou em campo com uma formação no esquema 4-1-4-1 e apostou, como de costume, no jogo com uma defesa adiantada, a fim de pegar o Atlético no impedimento, enquanto Simeone disputou o confronto da maneira a que está habituado, no 4-4-2 "clássico", apoiando-se na velocidade pelos lados e na capacidade do atacante principal Julián Álvarez de explorar os espaços com suas movimentações nas costas da defesa.

  • FBL-ESP-LIGA-VALENCIA-REAL MADRIDAFP

    O falso Mourinho

    Diego Simeone iniciou o confronto com um estilo tático muito semelhante ao apresentado pelo português José Mourinho com o Real Madrid diante do Barcelona no último clássico, que terminou com a vitória do time merengue (2 a 1) no Camp Nou.

    Mas a diferença fundamental entre as duas experiências foi que o treinador argentino adotou essa abordagem apenas durante o primeiro tempo, por meio de uma pressão organizada e de uma boa movimentação coletiva para fechar os espaços diante dos pontas do Barcelona, Lamine Yamal e Gordon, com uma preparação precisa dos ataques e a tentativa de explorar a armadilha do impedimento.

    Durante os primeiros 45 minutos, Simeone conseguiu apresentar uma atuação tática destacada e impor seu controle sobre o andamento do jogo, depois de ter limitado a capacidade do Barcelona de construir seus ataques da maneira habitual, além de ter conseguido deixar os jogadores do time catalão na armadilha do impedimento em mais de uma tentativa.

    A superioridade de Simeone não se restringiu ao aspecto defensivo, pois sua equipe também se mostrou perigosa nas transições ofensivas, criando mais de cinco chances claras durante o primeiro tempo, seja através do rompimento pelo meio ou do aproveitamento dos espaços pelas laterais.

    A mudança repentina na direção do jogo foi uma de suas armas mais marcantes, já que ele iniciava o ataque pelo lado direito antes de transferi-lo rapidamente para a esquerda, para isolar Baena num duelo individual com Fariñas, ao mesmo tempo em que Álvarez se deslocava para o lado esquerdo e Simeone se movimentava para romper pelo meio, movimentações essas que prepararam o primeiro gol.

    Mas o cenário mudou completamente após o intervalo, depois que Simeone abandonou a abordagem ofensiva e a pressão organizada, recuando para zonas defensivas extremamente baixas, deixando a posse e o controle para o Barcelona sem uma tentativa real de pressionar o portador da bola ou de atrapalhar a construção dos ataques.

    Esse recuo concedeu ao time catalão espaço e tempo para criar chances de forma repetida, até conseguir virar a partida e alcançar a vitória.

    E é aqui que aparece o ponto fraco mais evidente na gestão de Simeone no confronto; pois, depois de ter provado no primeiro tempo sua capacidade de acompanhar o Barcelona e superá-lo taticamente quando tomou a iniciativa de pressionar e atacar, ele optou no segundo tempo por abrir mão de tudo isso e conceder ao adversário o controle total, num recuo exagerado que lhe custou o resultado da partida.

  • O Atlético de Madrid desperdiça a vitória

    Além das escolhas de Simeone e de sua retração no segundo tempo, os jogadores do Atlético de Madrid carregam parte da responsabilidade pela vitória perdida, depois de desperdiçarem um grande número de oportunidades durante a primeira etapa, na qual foram o lado melhor e o que mais chegou às áreas de perigo.

    O argentino Julián Álvarez foi o principal responsável pelo desperdício dessas chances, após falhar em converter em gols três tentativas claras, apesar da facilidade de algumas delas em comparação com o volume de oportunidades que sua equipe criou.

    O problema não estava em chegar ao gol do Barcelona, mas na ausência de eficiência diante dele; o Atlético conseguiu romper as defesas da equipe catalã e alcançar as zonas de perigo mais de uma vez, mas faltou o último toque, que teria sido capaz de ampliar a diferença e definir o confronto cedo.

    Em vez de aproveitar sua superioridade, a equipe madrilenha deu ao Barcelona a chance de permanecer na partida e voltar ao jogo, acabando por pagar, mais tarde, o preço das oportunidades que desperdiçou.

  • Atletico Madrid v FC Barcelona - LaLiga EA Sports 2026/2027Getty Images Sport

    De Jong corrige a falha e Lopes salva o Barça

    Hans Flick percebeu que o lado direito do Atlético de Madrid, ocupado por Pubill, era uma das principais fontes de perigo, e decidiu intervir logo no início do segundo tempo, substituindo-o e lançando o holandês Frenkie de Jong, que atuou na posição de lateral-direito, deslocando-se como um meio-campista adicional quando o Barcelona tinha a posse de bola.

    Essa alteração deu ao Barcelona uma vantagem clara no meio-campo, especialmente com o recuo do Atlético para suas zonas defensivas, já que a equipe catalã passou a dominar de forma quase absoluta, aumentando os espaços disponíveis para seus jogadores, ao mesmo tempo em que concedeu a Fermín López maior liberdade para avançar e invadir as áreas de perigo.

    López foi o astro incontestável da noite do Barcelona, após desempenhar um papel decisivo na virada, aproveitando um erro individual da defesa do Atlético de Madrid para dar uma finalização inesperada de dentro da área e balançar as redes, em um lance que devolveu a equipe catalã ao clima do confronto.

    Com o domínio mantido no meio-campo e o recuo cada vez maior do Atlético para suas zonas, Lamine Yamal se deslocou ao miolo para contribuir na criação de jogadas, encontrando López nos espaços adequados dentro da área, que recebeu um passe mágico do jovem craque e o transformou no gol da vitória, confirmando a superioridade do Barcelona no segundo tempo.

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga GOAL no Google
  • FBL-ESP-LIGA-ATLETICO-BARCELONAAFP

    Flick fecha todas as portas

    Hansi Flick também merece elogios pela forma como conduziu o segundo tempo, já que não se limitou a mudar o rumo da partida ofensivamente, mas também conseguiu fechar os espaços para o Atlético de Madrid por meio de intervenções táticas sucessivas, que começaram com a entrada de Andreas Christensen no lugar de João Cancelo pelo lado direito aos 60 minutos, com o objetivo de aumentar a solidez defensiva e reduzir o perigo do adversário.

    Após marcar o gol da vitória, o técnico alemão fez novas alterações para assegurar o resultado, colocando Eric García pelo lado direito, deslocando Christensen para a posição de terceiro zagueiro ao lado de Gerard Romero e Pau Cubarsí, além de lançar mão de Gavi no lugar de Bernal.

    Essas mudanças deram ao Barcelona uma densidade defensiva maior e fecharam os espaços que o Atlético tentava explorar, privando Simeone de retornar ao jogo e confirmando a superioridade de Flick na leitura do andamento da partida e na gestão de seus detalhes, depois de ter lidado com o segundo tempo de forma completamente diferente da de seu adversário.