Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento
cm grafica bastoni italia 2027
Traduzido por

Bastoni e a "dívida com os italianos": ele será o futuro também em uma defesa com 4 jogadores

Alessandro Bastoni não esteve na primeira desastrosa atuação da nova Itália de Roberto Mancini contra a Bélgica por suspensão, e a Itália sofreu, e muito, na fase defensiva. Um jogo de suspensão que inevitavelmente levou o zagueiro da Inter de volta a Zenica, com aquele vermelho recebido contra a Bósnia que obrigou a então Itália de Gennaro Gattuso ao fracasso que nos deixou fora da Copa do Mundo.

Seis meses e nove minutos depois daquela noite chocante, o zagueiro nascido em 1999 se reencontrou e se redescobriu líder de uma seleção que precisava absolutamente dele e que, sobre ele, terá necessariamente de construir seu próprio futuro defensivo.

  • Não só o gol

    Cumprida a suspensão, Mancini colocou Bastoni e o reposicionou imediatamente como zagueiro pela esquerda em sua linha de 4, tendo de um lado um lateral de origem e do outro um zagueiro mais físico do que ele (ainda que a atuação de Scalvini, embora positiva, não tenha estado à altura da do jogador da Inter).


    E a atuação que veio disso vai muito além do gol para espantar as preocupações, com um carrinho se coordenando em pouco tempo e com a bola que acabou sob o travessão, que abriu o placar aos 9 minutos do primeiro tempo. O que mais importa, porém, foi a solidez defensiva que nasceu de suas leituras, com Scalvini vindo logo atrás e com uma liderança do setor com personalidade que não se via havia tempo.

  • A “dívida com os italianos”

    Depois de Zenica e da eliminação sofrida contra a Bósnia, Bastoni foi apontado e eleito, talvez com razão, como bode expiatório do fracasso da Itália. O de ontem, na Turquia, porém, foi o primeiro sinal de um renascimento que deverá levar a Itália para onde ela deve estar nos próximos 4 anos de gestão.


    Falando no pós-jogo, não por acaso, o zagueiro chamou para si o peso daquele fracasso, tentando reconstruir a relação com os torcedores da Itália não só nos fatos em campo, mas também nas palavras. E esse: "Toda vez, para mim, é inevitável voltar a pensar naquela noite. Ficarei em dívida com todos os italianos pelo menos pelos próximos 4 anos. Sabemos que chegamos ao ponto mais baixo, mas somos um grupo jovem e queremos recomeçar. Só peço um pouco de equilíbrio e paciência" vai exatamente nessa direção.

  • O futuro também em uma defesa com quatro jogadores

    Palavras de líder - nem um pouco banais, sobretudo neste vestiário em que há tempos se busca alguém que saiba guiar os mais jovens - que projetam Bastoni para um papel de certeza absoluta no presente e no futuro. O defensor ex-Atalanta deu a cara a tapa, pediu paciência com os jovens e convidou os torcedores a apontarem a mira para ele e para os outros veteranos, em vez de mirar em quem precisa de entusiasmo e positividade.


    Bastoni deverá, portanto, ser central, tanto em termos de personalidade quanto em campo. Mais uma vez, estando bem física e mentalmente, ele de fato demonstrou saber se sustentar também em uma linha defensiva com 4. Talvez ao lado de um marcador um pouco mais duro do que o Scalvini visto ontem à noite, talvez deslocando Calafiori de forma estável para a esquerda e adiantando Dimarco entre o meio-campo e o ataque (caberá a Mancini resolver esse dilema), mas certamente sem mais dúvidas sobre a necessidade de uma adaptação sua.

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga a GOAL no Google