Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt

Esta página tem links afiliados. Quando você compra um serviço ou um produto por meio desses links, nós podemos ganhar uma comissão.

+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento
imago-sport-1082718098.jpgBrazil Photo Press

Ancelotti sustenta projeto da seleção em meio às críticas e destaca jovens do Brasileirão

Após o empate por 1 a 1 com a Austrália na estreia do novo ciclo, Carlo Ancelotti minimizou o impacto das críticas ao trabalho à frente da seleção brasileira. O treinador italiano afirmou que mantém o planejamento definido para os próximos anos e garantiu que a pressão externa não interfere em suas decisões.

Ancelotti concedeu entrevista nesta segunda-feira, véspera do segundo amistoso contra a Austrália, em Brisbane, e foi questionado sobre o momento da seleção. O Brasil chega ao confronto depois da eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo para a Noruega e de uma atuação abaixo das expectativas no primeiro compromisso após o Mundial.

"A crítica ao meu trabalho sempre existiu e sempre vai existir. A crítica não afeta a ideia que eu tenho para o futuro da seleção brasileira e dos jogadores. O quanto a crítica pode afetar, em porcentagem, a minha ideia para o futuro? Zero", afirmou.

O italiano também destacou jogadores jovens observados nesta Data Fifa e vê potencial para a formação de uma nova geração.

"Os jovens que estão aqui eu gostei muito, do Arthur Dias, que não conhecia. Gostei dos goleiros que não conhecia, Bontempo, Jair. Temos futuro, apesar das críticas."

Veja a GOAL direto do Whatsapp, de graçaEntre já!
  • Australia v BrazilGetty Images Sport

    Apostando nos jovens

    Ancelotti descartou a necessidade de buscar respostas imediatas e reforçou que o principal objetivo neste momento é ampliar o leque de opções para os próximos torneios.

    "A prioridade agora é construir uma nova geração que possa acompanhar o Brasil para a Copa América e para a Copa do Mundo. Pode ser que hoje os 26 convocados não sejam os melhores absolutos, mas faz parte do processo. Nossa função é acompanhar os atletas de perto", explicou.

    O treinador reconheceu, porém, o tamanho da cobrança sobre quem comanda a seleção brasileira e afirmou que a equipe precisa continuar buscando protagonismo.

    "Estamos trabalhando para a seleção ser protagonista. A expectativa de ser treinador da seleção é muito alta, aqui tem que ganhar a Copa. Não lembro um ano que a expectativa não fosse alta na minha carreira. Tem que ser sempre alta e dar o máximo para nosso trabalho."

    Brasileirão, Copa do Brasil e maisAssine já!
  • Publicidade
  • FBL-AUS-BRA-FRIENDLY-TRAININGAFP

    Mudanças no esquema

    Para o segundo amistoso contra a Austrália, Ancelotti promoveu mudanças importantes, principalmente no sistema utilizado. Depois de iniciar o primeiro jogo com quatro atacantes, o treinador optou pelo 4-3-3, com três jogadores no meio-campo.

    A equipe titular terá Otávio; Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vini Jr.

    Durante o treinamento no Ballymore Stadium, a comissão técnica trabalhou principalmente a pressão alta e o controle das transições, um dos pontos destacados por Ancelotti após o primeiro duelo.

    "Controlar as transições é muito importante. A Austrália não teve oportunidade de fazer contra-ataque com a gente com quatro atacantes. Às vezes, com três, temos mais dificuldades de criar oportunidades. Não finalizamos bem no 1 a 1. Podemos controlar com três meias ou com quatro atacantes", explicou.

  • Australia v BrazilGetty Images Sport

    Pior início na história

    De acordo com dados divulgados pela ESPN, Ancelotti tem, após 18 jogos, o pior início de um treinador na história da seleção brasileira em aproveitamento, empatado com Carlos Alberto Parreira, ambos com 63%.

    O italiano soma dez vitórias, quatro empates e quatro derrotas. Parreira, considerando as duas primeiras passagens pela seleção, entre 1983 e 1991, teve nove vitórias, sete empates e duas derrotas nos primeiros 18 jogos.

    Apesar dos números, Ancelotti reforçou que a comissão e os jogadores tratam cada partida como uma oportunidade de representar o Brasil no mais alto nível.

    "Ninguém na comissão técnica ou dos jogadores pensa que vamos jogar apenas um amistoso. Pensamos que vamos representar um país enorme, uma camisa enorme. Para nós, uma partida de Copa do Mundo e contra a Austrália é igual. Representamos a maior seleção da história do futebol."

    Brasil e Austrália se enfrentam nesta terça-feira, às 7h (de Brasília), no Estádio de Brisbane. As equipes empataram por 1 a 1 na última sexta-feira, em Townsville. Depois, a seleção seguirá para Calcutá, onde enfrentará a Índia no dia 3 de outubro.

  • GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

    Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

    Siga a GOAL no Google